segunda-feira, 15 de agosto de 2022
Preocupação fiscal de 2023
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BRASÍLIA (Reuters) - O quadro fiscal de 2023 gera preocupação diante da discussão sobre continuidade de medidas temporárias implementadas pelo governo, disse nesta segunda-feira o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
Em debate sobre inflação promovido pelo Instituto Millenium, Campos Neto afirmou que a questão é como será o financiamento dessas medidas a partir do ano que vem, em referência aos programas sociais reforçados temporariamente pelo governo e o Congresso.
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“Vocês têm um instituto liberal então conhecem uma frase famosa: não existe nada mais permanente do que um programa temporário do governo, isso é uma coisa que nos aflige. Hoje o mercado tem uma ansiedade para entender como vai ser o fiscal do ano que vem, os programas que foram implementados, se forem continuados, como serão financiados”, disse.
Líderes nas pesquisas de intenção de voto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro já prometeram manter o valor do Auxílio Brasil em 600 reais a partir do ano que vem. A medida em vigor hoje permite o pagamento adicional apenas até dezembro, com o benefício retornando ao patamar de 400 reais em janeiro do ano que vem.
Embora tenha demonstrado preocupação com o futuro das contas públicas, Campos Neto afirmou que o fiscal teve surpresa muito positiva, ressaltando que o governo “não caiu na tentação de indexar” ao, por exemplo, não reajustar os salários do funcionalismo público.
Na apresentação, o presidente do BC disse que as expectativas do mercado para a inflação a partir do ano que vem têm subido e que há uma diferença entre a interpretação de analistas e a do BC. Segundo ele, a razão está no fato de o mercado fazer uma correlação mais alta entre expectativa para 2023 e dados correntes, além de haver diferenças nas análises de componentes como os industriais e o hiato da atividade.
A estimativa mais recente do BC aponta para um IPCA em 6,8% no fim de 2022, 4,6% em 2023 e 2,7% em 2024. O mercado, conforme boletim Focus divulgado nesta segunda, projeta o índice em 7,02% neste ano, 5,38% em 2023 e 3,41% em 2024, com movimento de queda no ano corrente e alta nos exercícios seguintes.
O presidente do BC destacou a surpresa positiva no mercado de trabalho brasileiro, afirmando que “nunca imaginaria” estar falando em taxa de desemprego abaixo de 9%.
Enfatizando ser difícil estimar a taxa neutra de desemprego no país --que não pressiona nem desacelera a inflação--, ele afirmou que ainda há margem no mercado de trabalho e estimou que o dado provavelmente cairá para perto de 8,5%.
Nos três meses até junho, último dado disponível, o desemprego no país recuou a 9,3%, menor patamar para o período desde 2015, segundo dados do IBGE.
FOCO DE 2024
Após o BC decidir dar ênfase à inflação acumulada em doze meses no primeiro trimestre de 2024, que agora faz parte do horizonte relevante da política monetária, Campos Neto disse que essa opção foi feita porque o BC entendeu que melhoraria a "função reação" do BC.
“Estamos ainda olhando o que é a meta no ano fechado, mas nosso horizonte é ajustado”, disse.
No período de 12 meses encerrados no primeiro trimestre de 2024, o BC projeta uma inflação de 3,5%.
Na decisão do Comitê de Política Monetária no início de agosto, a autoridade monetária disse que o modelo foi adotado porque suaviza os efeitos diretos das mudanças tributárias implementadas pelo governo este ano, com desonerações temporárias que se encerram em dezembro.
Campos Neto disse nesta segunda que a inflação atual claramente teve melhora após as medidas, mas ainda é necessário entender como as iniciativas vão se dissipar nas cadeias.
“A gente olha a inflação mais no longo prazo, o nosso horizonte relevante é mais longe, a gente não é tão guiado pelo instante.”
Ele ressaltou que preços administrados --impactados pelas reduções tributárias-- estão caindo, mas serviços ainda estão em alta.
Sobre o cenário externo, o presidente do BC afirmou que pode estar se iniciando nos Estados Unidos uma janela de baixa do crescimento econômico, com risco de recessão, e inflação ainda elevada. “Essa é a janela que me preocupa”, disse.
Ele ponderou que o componente de desaceleração da atividade global tende a ser mais forte sobre a inflação brasileira do que a depreciação cambial que seria gerada por uma fuga de capitais com a alta de juros em economias avançadas.
Por Bernardo Caram.
Fonte site: https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-negocios/existe-preocupa%C3%A7%C3%A3o-com-fiscal-de-2023-e-continuidade-de-medidas-tempor%C3%A1rias-diz-campos-neto/ar-AA10FYd2?ocid=finance-verthp-feeds&cvid=eb5554bd54bc499a846d7af6c7d5f216
sábado, 7 de novembro de 2020
Apontamentos que seu negocio talvez esteja no vermelho
Estruturar financeiramente uma empresa não é tarefa fácil. É uma atividade dinâmica e, ao longo do processo, o empreendedor pode se deparar com situações corriqueiras e outras que fogem do seu planejamento. De maneira geral, a empresa necessita de recursos financeiros para dois tipos de aplicações básicas: para capital de giro, ou seja, para as necessidades operacionais; e para investimentos.
O planejamento financeiro de curto prazo é essencial para a empresa, pois tem como objetivo garantir o fluxo de recursos responsável pelas operações do seu dia a dia. Para evitar que problemas relacionados ao capital de giro afetem o caixa da empresa, é importante que o empreendedor fique atento aos sinais de desequilíbrio e acompanhe de perto todo o processo financeiro, para que possa tomar as medidas necessárias com maior velocidade e assertividade.
Quanto aos investimentos, o requisito básico é que integrem o planejamento financeiro de longo prazo, haja vista o prazo de retorno mais alongado. Veja alguns sinais que sua empresa pode estar lhe dando de que irá precisar de uma injeção de capital. Alguns deles podem ter a mesma causa:
1. Endividamento de curto prazo
Pequenas e médias empresas têm dificuldade para determinar a necessidade de capital de giro, porém essa é uma das tarefas fundamentais para o bom andamento financeiro do negócio. A forma mais usual para financiar a necessidade de capital de giro é tomar recursos financeiros em curto prazo, seja descontando duplicatas ou sob a forma de empréstimos. Porém, se perceber que este endividamento está crescendo e o volume de suas atividades não, cuidado, há algo que merece atenção.
2. Descontrole de fluxos de caixa
Não há dúvida de que pior do que gerenciar os descontroles de fluxos de caixa é não ter nenhuma ferramenta de acompanhamento dos fluxos de caixa. Considerando que a sua empresa possui uma ferramenta de acompanhamento, que pode ser uma simples planilha eletrônica, os “descasamentos” frequentes entre as necessidades de recursos e as disponibilidades financeiras indicam que há uma falha em seu planejamento, que pode levar a empresa a tomar recursos emergenciais e, portanto, mais caros.
3. Falta de controle de despesas, custos e investimentos
Um acompanhamento eficiente do comportamento dos custos, despesas e investimentos é imprescindível para evitar surpresas desagradáveis. Uma forma simples de gerenciar os gastos é através de acompanhamento orçamentário. Planeje os gastos em função de um objetivo. A ocorrência de um prejuízo ou necessidade de recursos de terceiros pode muito bem ser absorvida pela empresa, desde que se justifique como um sacrifício necessário e previsto.
4. Quedas no faturamento e estagnação nas vendas
Quando se detecta que as vendas não têm crescido em comparação com o crescimento do mercado ou, ainda pior, que elas têm diminuído, tem-se um sinal claro de que algo precisa ser repensado. Duas ações podem ser tomadas em casos como esses: vender mais, desde que com lucro, e fazer uma análise fina na estrutura de custos.
Nesse sentido, é preciso rever as estratégias de marketing, posicionamento, análise de produto, novos clientes, nichos e oportunidades. Além de analisar as despesas e mesmo investimentos, que possa reduzir os gastos de forma compatível com o novo nível de receitas. Se nada disso for feito, haverá necessidade de capital adicional para financiamento das atividades até o limite da viabilidade.
5. Uso de cheque especial e contas garantidas
Um sintoma muito fácil para se identificar problemas de gestão financeira é o uso frequente, contínuo e indiscriminado do limite do cheque especial ou conta garantida. Estes estão entre os recursos financeiros mais caros que a empresa pode tomar. Algumas vezes, temos a necessidade de usar aquilo que estiver ao nosso alcance, porém, quando isso deixa de ser exceção e passar a ser regra, cuidado, há algo errado. Analise o seu planejamento, reveja o seu fluxo de caixa e tome alguma atitude para alongar o perfil do endividamento e reduzir o seu custo.
O processo de gestão financeira das organizações é composto por um conjunto de atividades dinâmicas que, pela sua natureza, requerem ajustes constantes. Isso exige do empreendedor um rigor no planejamento, ter atenção aos sinais do mercado e disciplina na gestão do caixa. - Luiz W. Jung Fonte site: http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/financaspessoais/5-sinais-de-que-as-finan%C3%A7as-do-seu-neg%C3%B3cio-est%C3%A3o-no-vermelho/ar-AA8G5M4.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Multifuncional
Sim. O Colaborador tem que ser multifuncional. Segundo as ultimas pesquisas e analise de mercado o colaborador tem que ser multifuncional para a empresa, de olhar estratégico e atender aquilo que pode ser de sua alçada. Precisamos observar o mercado já que com novas reformas, atualizações e alto custo trabalhista o “Colaborador Multifuncional” tem que ser valorizado. Vivemos em um Mundo competitivo, dinâmico e repleto de oportunidades, mas muitas vezes não estamos qualificados. Deixamos para depois cursos, aprendizagens, renovações, qualificações e então perdemos mercado. Em dadas situações consumimos nossa energia para buscar um novo emprego, mas não nos atualizamos e muitas vezes o maior “ladrão de energia” é você querer fazer aquilo na hora em que aquilo, não pode ser feito. O Colaborador moderno soma tudo que tem e compartilha com a Empresa, entre eles dedicação, afinidade e comprometimento. Se comprometer com a Empresa só vai gerar sucesso profissional e terá que saber lidar com as chances de carreira sempre.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Brasil sairá da crise em 2017?
Dentro de um cenário econômico e as expectativas de recuperação da economia brasileira têm melhorado, mas ainda não será em 2017 que o país vai sair da crise.
Com os dados apresentados em 2016 não consigo imaginar uma saída tão rápida dessa recessão. Uma recessão longa, profunda, similar à dos anos 80 e, sem dúvida, baixo crescimento neste ano.
A “desinflação” tem ocorrido em ritmo lento e destaco que mesmo com as dificuldades provocadas na economia pelos reflexos da Operação Lava Jato, não existe opção para o país além de fazer as reformas.
Quando a situação econômica melhora de alguma forma os políticos são bem avaliados. Tem que trabalhar para dar os incentivos corretos e tentar arrumar a economia de forma a colocar novamente produção, consumo e capital para tal. Não é fácil!
Nosso desafio é grande: previdência, trabalhista e tributaria. Isso para começar.
É essa visão um pouco mais otimista. Não quer dizer que vamos resolver todos os problemas em 2017. O cenário de curto prazo reflete esses problemas tão grandes da nossa economia.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
O Brasil precisa de uma reforma dos tributos
Se fizermos adequações a curto prazo na Tributação, contraditoriamente, haverá uma queda na arrecadação. A defasagem é relativamente grande, chegamos ao um ponto em que a sociedade já está saturada, cansada e frustrada em relação aos tributos. O aumento dos tributos alcançou um limite no Brasil onde principalmente o Empresariado tem se transformando, devida a grande carga tributaria e onerosidade trabalhista, e deixando muitas de contratar ou fechando portas.
O pensamento é simples: podemos aumentar a arrecadação até determinado ponto. Se passarmos desse limite, a arrecadação começa a cair porque os contribuintes não conseguem dar conta da tributação e a atividade econômica despenca. Esse limite já foi superado. Por isso, toda e qualquer tentativa - seja via CPMF, IR (um dos nossos vilões) ICMS que os governos estaduais tanto disputam, aumento de PIS, da COFINS – já passaram um pouco do limite. É complicado falar de aumento de impostos sem discutir a base do problema nas contas publicas brasileiras. O governo conta só parte da história quando opta por dizer que a tributação dos mais ricos, em comparação com os países da “Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)” - é pequena e omite admitir que a tributação sobre o consumo já é muito alta.
É preciso uma rápida e urgente reforma tributaria, diga que nunca sai do papel e equacionar o sistema tributário criando um sistema de tributação única como o Imposto de valor Agregado – ( IVA ). Simplificar o sistema para coibir a sonegação e implantar sistema de incentivo para que as Políticas publicas aplicadas tenham eficiência e garantias para com o Estado(leia população).
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Dolar
O dólar ultrapassou pela primeira vez a marca de R$ 4. Muitas pessoas acham que isso não as afeta, pois não ganham em dólar nem pretendem viajar para o exterior em breve. A verdade, porém, é que o dólar mais alto deixou o brasileiro mais pobre.
"O impacto da alta do dólar na vida das pessoas vai chegar a todos, inclusive à dona de casa", diz Edgar de Sá, economista-chefe da FN Capital.
Um dólar tão valorizado retrata uma economia que está em desequilíbrio, segundo o professor da Escola de Economia de São Paulo da FGV Clemens Nunes.
Segundo ele, o Brasil está em situação de desequilíbrio fiscal, o que mostra que o governo gasta mais do que ganha, e os investidores não enxergam uma solução sustentável para esse problema num futuro próximo.
"Não há perspectiva de melhora. A consequência disso é que o real se desvaloriza e ficamos mais pobres. Perdemos poder de compra em relação ao resto do mundo."
Qual é o primeiro impacto do dólar mais alto?
A alta do dólar afeta a vida das pessoas comuns porque puxa a inflação para cima.
Muitas matérias-primas são importadas --como trigo, gás e gasolina. Isso provoca um aumento do pãozinho, do macarrão, da gasolina, por exemplo.
Além disso, alguns produtos que são produzidos aqui no Brasil também têm seu preço atrelado ao dólar.
É o caso da soja, da carne, do café, do açúcar, do milho. Mesmo que eles sejam produzidos no país, quando o dólar está mais caro fica mais vantajoso para o produtor exportar. Então, se ele mantém o produto para ser vendido aqui dentro, ele vai querer receber mais por isso.
Outra maneira pela qual a alta do dólar influencia os preços é que, com o produto importado mais caro, os produtos nacionais acabam também sofrendo um reajuste. "Os produtores aproveitam a alta do importado para aumentar a margem de lucro do nacional também", diz Nunes.
Para ele, no curto prazo alguns setores podem até ser beneficiados com a alta do dólar (ver abaixo). "Mas no médio e longo prazo, todos perdem, pois a moeda não está desvalorizada por uma escolha, mas porque a economia está enfraquecida."
Quem ganha
Balança comercial – A balança comercial é a relação entre as exportações e importações de um país. Com o aumento do dólar, fica mais caro importar e mais barato exportar, o que ajuda a equilibrar essa conta. A balança vem apresentando resultados positivos graças à alta do dólar. Em agosto, por exemplo, a balança apresentou o melhor resultado em três anos
Empresas exportadoras – por terem custos em reais e receitas em dólar, essas empresas se beneficiam da alta da moeda norte-americana. Exemplos são as empresas de papel e celulose e do setor agrícola exportador, como produtoras de soja e de suco de laranja. Esses setores ficam mais competitivos lá fora, mas isso não significa que as exportações vão aumentar imediatamente. "As empresas têm que buscar o mercado lá fora que perderam antes, com o real valorizado", diz Nunes. Além disso, a economia mundial não está tão aquecida para que haja muita procura pelos produtos brasileiros. "Tirando os Estados Unidos, ainda estão meio mal das pernasa Europa, China e Mercosul"
Empresas voltadas ao mercado interno – Essas empresas se beneficiam da alta do dólar pois sofrem menos competição dos produtos importados
Turismo doméstico – o turismo nacional deve ganhar fôlego com a desistência dos brasileiros de tirar férias no exterior. Mesmo assim, não é esperado um aumento muito grande porque, apesar de o dólar estar mais caro, a economia brasileira como um todo está mais fraca. "As pessoas estão preocupadas com a crise e evitam gastar", afirma Edgar de Sá, economista-chefe da FN Capital
Quem perde
Consumidor final – Os aumentos de custos na economia são invariavelmente repassados para o consumidor, que sofre com a inflação e a perda do seu poder de compra
Empresas importadoras – As indústrias que vendem produtos importados ou que dependem substancialmente de matérias-primas importadas são prejudicadas com a alta do dólar. Exemplos são a indústria química, farmacêutica, revenda de carros importados, de perfumes, chocolates, vinho importado. "Vai depender da capacidade delas de repassar a alta dos custos ao consumidor", diz Nunes.
Empresas que tenham dívidas em dólar – Se a empresa fez dívidas em dólar para compra de equipamentos ou insumos e não tem mecanismos de proteção (hedge cambial) para pagamento dessa dívida, está com um problema muito grande agora, afirma Luiz Fernando Roxo, economista da ZenEconomics
Pessoas que fizeram gastos no cartão de crédito no exterior – Além do custo de 6,38% de IOF, o aumento do dólar faz com que o gasto no exterior seja bastante aumentado. É por isso que os especialistas não indicam fazer gastos expressivos com cartão de crédito no exterior, mas deixar seu uso apenas para emergências
Fonte site: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/09/23/dolar-mais-alto-deixa-o-brasileiro-mais-pobre-veja-quem-ganha-e-quem-perde.htm. Acesso em 23 de setembro de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
Carga tributária vai acima de 40%. E agora?
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Entre os economistas que acompanham as contas públicas, existe quase um consenso de que a equipe do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já conseguiu algo como 0,7% ou 0,8% da meta de 1,2% do Produto Interno Bruto para o superávit primário (a economia para o pagamento de juros da dívida). Mas cresce também o consenso de que, como ocorreu em outras ocasiões em que o Estado gastou mais do que podia, que haverá aumento de carga tributária.
Alguns já têm até uma projeção de quanto será a conta para o contribuinte. “Aposto com qualquer um que teremos entre 2015 e 2016 um aumento de pelo menos 2 pontos porcentuais: a carga tributária vai superar 40% do PIB”, diz o economista Mansueto Almeida. “Acho terrível e isso vai comprometer o crescimento do País, mas não haverá outra alternativa porque este é um ajuste muito complicado de ser feito.”
Segundo Mansueto, a reestruturação das contas públicas pode não se restringir a 2015. “Vai se estender por 2016 e não ficaria surpreso se perdurasse por todo o governo Dilma”, diz Mansueto.
Em sua projeção, ele leva em consideração que as receitas estão em queda, por causa do baixo crescimento, mas estão previstos aumentos de despesas e há muitas contas pendentes criadas na gestão anterior.
Em março do ano passado, por exemplo, o governo foi generoso com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Abdicou de pagamentos de juros que cobriam repasses feitos pelo Tesouro Nacional. A carência foi estendida. “O principal de uma dívida do BNDES de R$ 194 bilhões foi renegociada e só começa a ser pago em 2040”, diz.
Levy já fez algumas mudanças na estrutura dos gastos que ajudam. Se enquadram, neste caso, alterar as regras de concessão de abono salarial e seguro-desemprego. Mas também adiou investimentos e gastos. Muitos deles não poderão ficar represados por muito tempo. É o caso dos recursos para a educação. Entre janeiro e fevereiro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, as instituições federais de ensino sofreram uma redução de quase 34% na verba dirigida ao seu funcionamento. “Não há como segurar coisas assim por muito tempo”, diz o economista. “Em algum momento será preciso elevar a tributação.” . FONTE SITE http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economiaenegocios/carga-tribut%C3%A1ria-vai-acima-de-40percent-diz-economista/ar-AA9wgKY. acesso em 09 de marco de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Lucros do Instragram devem chegar a US$ 5,8 bilhões em cinco anos.
A decisão de Mark Zuckerberg de comprar o Instagram se mostra cada vez mais inteligente. Segundo projeções e estimativas dos analistas da consultoria Cowen & Co., o aplicativo de compartilhamento de fotos vai faturar US$ 5,8 bilhões (cerca de R$ 16,6 bilhões) em 2020.
A projeção usa os dados de crescimento do interesse das marcas anunciantes e o número de usuários, além dos valores dos lucros deste ano, que chegarão aos US$ 700 milhões.
“Levando em conta a escala de usuários, o interesse dos anunciantes, as mudanças tecnológicas nos meios midiáticos e capacidade de monetização do Facebook, estamos confiantes que o Instagram irá pular de US$ 0,7 bilhão em 2015 para US$ 5,8 bilhões em 2020”, disse um dos analistas no documento.
O Facebook comprou o aplicativo por US$ 1 bilhão em 2012 e esperou até o fim de 2012 para introduzir anúncios e gradualmente começar a lucrar com o serviço. Após a declaração das estimativas positivas do Instagram para os próximos anos, as ações da rede social subiram quase 3,5%. Fonte site http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economiaenegocios/lucros-do-instragram-devem-chegar-a-usdollar-58-bilh%C3%B5es-em-cinco-anos/ar-BBhNpq0. acesso em 22 de fevereiro de 2015.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Sinais de que as finanças do seu negócio estão no vermelho
Estruturar financeiramente uma empresa não é tarefa fácil. É uma atividade dinâmica e, ao longo do processo, o empreendedor pode se deparar com situações corriqueiras e outras que fogem do seu planejamento. De maneira geral, a empresa necessita de recursos financeiros para dois tipos de aplicações básicas: para capital de giro, ou seja, para as necessidades operacionais; e para investimentos.
O planejamento financeiro de curto prazo é essencial para a empresa, pois tem como objetivo garantir o fluxo de recursos responsável pelas operações do seu dia a dia. Para evitar que problemas relacionados ao capital de giro afetem o caixa da empresa, é importante que o empreendedor fique atento aos sinais de desequilíbrio e acompanhe de perto todo o processo financeiro, para que possa tomar as medidas necessárias com maior velocidade e assertividade.
Quanto aos investimentos, o requisito básico é que integrem o planejamento financeiro de longo prazo, haja vista o prazo de retorno mais alongado. Veja alguns sinais que sua empresa pode estar lhe dando de que irá precisar de uma injeção de capital. Alguns deles podem ter a mesma causa:
1. Endividamento de curto prazo
Pequenas e médias empresas têm dificuldade para determinar a necessidade de capital de giro, porém essa é uma das tarefas fundamentais para o bom andamento financeiro do negócio. A forma mais usual para financiar a necessidade de capital de giro é tomar recursos financeiros em curto prazo, seja descontando duplicatas ou sob a forma de empréstimos. Porém, se perceber que este endividamento está crescendo e o volume de suas atividades não, cuidado, há algo que merece atenção.
2. Descontrole de fluxos de caixa
Não há dúvida de que pior do que gerenciar os descontroles de fluxos de caixa é não ter nenhuma ferramenta de acompanhamento dos fluxos de caixa. Considerando que a sua empresa possui uma ferramenta de acompanhamento, que pode ser uma simples planilha eletrônica, os “descasamentos” frequentes entre as necessidades de recursos e as disponibilidades financeiras indicam que há uma falha em seu planejamento, que pode levar a empresa a tomar recursos emergenciais e, portanto, mais caros.
3. Falta de controle de despesas, custos e investimentos
Um acompanhamento eficiente do comportamento dos custos, despesas e investimentos é imprescindível para evitar surpresas desagradáveis. Uma forma simples de gerenciar os gastos é através de acompanhamento orçamentário. Planeje os gastos em função de um objetivo. A ocorrência de um prejuízo ou necessidade de recursos de terceiros pode muito bem ser absorvida pela empresa, desde que se justifique como um sacrifício necessário e previsto.
4. Quedas no faturamento e estagnação nas vendas
Quando se detecta que as vendas não têm crescido em comparação com o crescimento do mercado ou, ainda pior, que elas têm diminuído, tem-se um sinal claro de que algo precisa ser repensado. Duas ações podem ser tomadas em casos como esses: vender mais, desde que com lucro, e fazer uma análise fina na estrutura de custos.
Nesse sentido, é preciso rever as estratégias de marketing, posicionamento, análise de produto, novos clientes, nichos e oportunidades. Além de analisar as despesas e mesmo investimentos, que possa reduzir os gastos de forma compatível com o novo nível de receitas. Se nada disso for feito, haverá necessidade de capital adicional para financiamento das atividades até o limite da viabilidade.
5. Uso de cheque especial e contas garantidas
Um sintoma muito fácil para se identificar problemas de gestão financeira é o uso frequente, contínuo e indiscriminado do limite do cheque especial ou conta garantida. Estes estão entre os recursos financeiros mais caros que a empresa pode tomar. Algumas vezes, temos a necessidade de usar aquilo que estiver ao nosso alcance, porém, quando isso deixa de ser exceção e passar a ser regra, cuidado, há algo errado. Analise o seu planejamento, reveja o seu fluxo de caixa e tome alguma atitude para alongar o perfil do endividamento e reduzir o seu custo.
O processo de gestão financeira das organizações é composto por um conjunto de atividades dinâmicas que, pela sua natureza, requerem ajustes constantes. Isso exige do empreendedor um rigor no planejamento, ter atenção aos sinais do mercado e disciplina na gestão do caixa. - Luiz W. Jung Fonte site: http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/financaspessoais/5-sinais-de-que-as-finan%C3%A7as-do-seu-neg%C3%B3cio-est%C3%A3o-no-vermelho/ar-AA8G5M4. acesso em 05 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Apesar de barato, crédito consignado pode dar dor de cabeça
São Paulo - As queixas relacionadas ao crédito consignado e consideradas procedentes pelo Banco Central (BC) vêm aumentando desde o início do ano. O número de reclamações sobre esse tipo de empréstimo passou de 141 em janeiro para 890 em setembro.
A soma de reclamações, improcedentes ou não, referentes à modalidade de crédito com desconto no salário representou 34,9% (8,3 mil) do total de queixas contra bancos e financeiras registradas pelo BC em setembro, e 53% das registradas em agosto (4,8 mil).
Mulher com dor de cabeça: reclamações sobre a modalidade de crédito cresceram de janeiro a setembro, segundo dados do Banco Central © ROYALTY FREE Mulher com dor de cabeça: reclamações sobre a modalidade de crédito cresceram de janeiro a setembro, segundo dados do Banco Central
Os maiores problemas são: a restrição da portabilidade da dívida para outra instituição financeira, não fornecer boletos e outros documentos necessários para antecipar a quitação da da dívida e concessão de empréstimos sem formalização adequada.
Consumidores também reclamam de falta de informações e da ausência de documentos na contratação da linha de empréstimo.
Entre as instituições que acumulam conflitos relacionados ao crédito consignado e considerados procedentes pelo BC estão bancos de médio e grande porte como BNP Paribas, Mercantil, BMG, BIC, Banrisul, Pan, Itaú e Bradesco.
Maior disputa por clientes gera problemas
Diante do ritmo mais lento do crescimento da economia e aumento do endividamento dos brasileiros, bancos e financeiras ficaram mais seletivos para conceder crédito.
Para continuar a lucrar e manter o crescimento das operações de empréstimos, o mercado financeiro disputa cada vez mais os clientes de linhas de baixo risco e que têm mais garantias, como é o caso do crédito consignado.
De acordo com Miguel de Oliveira, presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças e Contabilidade (Anefac), nos últimos anos bancos de médio e grande porte têm buscado aumentar sua participação nesse segmento de crédito, antes dominado pelas financeiras.
A tendência é que, diante do cenário econômico mais incerto, os bancos se tornem ainda mais agressivos para manter e atrair clientes nos empréstimos consignados.
Essa seria a principal explicação para o aumento das restrições na portabilidade do crédito para outra instituição financeira e para os impedimentos no pagamento antecipado da dívida, segundo o advogado e consultor financeiro Beto Veiga.
"Enquanto incentivos para outras modalidades de crédito não surtiram o efeito esperado, isso não aconteceu com o crédito consignado" diz o consultor.
Nos últimos 12 meses, enquanto as operações de crédito pessoal subiram 6,6%, o consignado aumentou 13,1%. Entre 2012 e 2013, a linha chegou a crescer 17% em 12 meses, de acordo com dados da Anefac.
Em setembro, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ampliou de 60 para 72 meses o prazo máximo de pagamento do empréstimo com desconto do salário para aposentados.
A Medida Provisória 656, publicada em outubro, permite que os bancos passem a realizar os descontos dos débitos nos salários, hoje nas mãos de cada empresa, com o objetivo de dar mais segurança às instituições financeiras e, como consequência, ampliar o crédito consignado entre os trabalhadores da iniciativa privada.
Cautela ao contratar
Na ânsia para fisgar mais clientes, as instituições financeiras também facilitam a contratação do crédito, diz Veiga. “A operação pode ser realizada pelo internet banking ou aplicativo no celular”, conta Veiga.
Por isso, é necessário cuidado redobrado com as regras previstas nos contratos do consignado. "As condições do financiamento em caso de demissão são importantes e devem ser observadas antes da contratação do crédito", diz o advogado.
As características da operação costumam ser padronizadas para aposentados, mas algumas exigências e condições podem mudar entre as instituições financeiras.
No caso de funcionários públicos, essas regras podem variar ainda mais de acordo com o município, estado e instituição federal.
“Choro” pode render descontos
O maior foco dos bancos no crédito consignado torna possível “chorar” descontos nos juros praticados na linha de crédito, diz Veiga.
A regra vale para aposentados pelo INSS e funcionários públicos, que têm à disposição uma lista de instituições financeiras para escolher a que oferece condições mais vantajosas.
Já trabalhadores do setor privado só podem contratar o crédito no banco com o qual sua empresa tem convênio para oferecer o benefício.
De acordo com dados do Banco Central, a média de juros praticadas pelas instituições financeiras na modalidade é de 1,93%. Mas essas taxas variam de forma significativa entre as instituições financeiras, o que pode fazer uma grande diferença no custo do empréstimo.
Entre os dias 15 e 21 de outubro, as taxas médias praticadas no crédito consignado por bancos e financeiras para funcionários públicos variavam de 1,55% a 6,06% por mês entre bancos e financeiras. No caso de aposentados pelo INSS, os juros oscilavam entre 1,63% a 2,03%. Fonte site: http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economiaenegocios/apesar-de-barato-cr%C3%A9dito-consignado-pode-dar-dor-de-cabe%C3%A7a/ar-BBd8baz. acesso em 06 novembro 2014.
domingo, 12 de outubro de 2014
Teve crédito negado? Confira o que está atrapalhando essa aquisição.
Apesar de o Brasil ser o 9º maior mercado do mundo em valores de transações feitas com cartões de crédito, segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviço), muitas pessoas ainda não conseguem a aprovação para ter um. Um estudo realizado pela MoneyGuru, site facilitador para aquisições de serviços financeiros, 80% dos pedidos realizados todos os meses via internet são negados. Mas, você sabe por quê?
Para analisar o risco de inadimplência do solicitante de crédito, as instituições financeiras do País usam um método chamado Credit Scoring (pontuação de crédito, em português) da Serasa Experian. “A pontuação indicada pela ferramente equivale a todo histórico financeiro do cliente nos últimos 15 anos”, explica o consultor financeiro e CEO do MoneyGuru, Stanlei Bellan. “É uma estatística baseada em perfis semelhantes de risco e que representa a maior probabilidade do cliente tornar-se devedor. Quanto maior a pontuação, que vai de 0 a 1000, mais fácil será ter o crédito aprovado.”
Entre os dados analisados pelo Credit Scoring estão cheques sem fundo, dívidas com instituições financeiras, ações de execução e hábitos de pagamentos. Segundo Bellan, para melhorar a análise pessoal no méodo, é preciso quitar as dívidas e regularizar os débitos vencidos e não pagos. Mas, mesmo assim, alguns motivos podem ainda atrapalhar sua aquisição de crédito. O MoneyGuru listou quatro deles, confira:
1. Você não possui renda suficiente
O rendimento mensal do consumidor precisa ser compatível com o perfil de cada cartão. Segundo o consultor financeiro, os cartões com limites de crédito mais altos e maior pontuação em programas de milhagens são destinados a pessoas que gastam mais, ou seja, que têm renda suficiente para arcar com as despesas.
2. Sua vida foi investigada
Quando o cliente preenche uma solicitação de aumento de crédito ou uma proposta para adquirir o primeiro cartão, a vida financeira começa a ser vasculhada. Os dados pessoais são procurados em cadastros de devedores como Serasa e o SPC. “Receber oferta de crédito por meio de cartas, e-mails ou em uma compra em sua loja preferida é diferente de ter o crédito aprovado. É preciso ficar atento”, aconselha Stanlei.
3. Seu passado o condena
Quem tem o cartão rejeitado provavelmente deixou dívidas vencerem. Por isso, honrar pagamentos é fundamental para ter o crédito aprovado. “Nome sujo é sinônimo de cartão negado.”
4. Azar
Se o potencial cliente tiver um perfil similar ao de alguém que não tem condições de pagar as dívidas, ele pode ter o cartão recusado.
O valor do salário e o comportamento financeiro são alguns dos fatores que determinam a liberação de um cartão ou aumento de crédito. “Para não correr o risco de não conseguir um financiamento ou empréstimo, mantenha as contas em dias e procure instituições com que já tenha um bom relacionamento”, finaliza Stanlei.Fonte site http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/financaspessoais/teve-cr%C3%A9dito-negado-confira-o-que-est%C3%A1-atrapalhando-essa-aquisi%C3%A7%C3%A3o/ar-BB8a3t9. acesso em 12 de outubro de 2014.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Dinheiro traz felicidade? Depende de como você está gastando.
SÃO PAULO - Para alguns, a felicidade mora em uma casa grande com um carrão na garagem. Para outros, ser feliz pode ser ter corpo sarado e juventude prolongada, enquanto a realização profissional é, para alguns, a fórmula da felicidade. O que importa, na verdade, é quanto tempo dura essa felicidade.
“A felicidade não é só o nível médio de satisfação que a pessoa obtém durante um longo período, mas também a ausência de sentimentos negativos, como tristeza e raiva”, define a psicóloga Susan Andrews, autora do livro “A ciência de ser feliz”, da Editora Ágora.
Ou seja, de nada adianta ter dinheiro para comprar o que quiser se a empolgação logo passa, num ciclo em que temos necessidade de consumir para nos sentirmos alegres e aliviar sentimentos estressantes, para depois ficarmos insatisfeito novamente.
O segredo é saber como e onde gastar o dinheiro para transformar o investimento em bem-estar duradouro. A conclusão 'e dos pesquisadores das universidades de Colorado e Cornell, nos EUA, no estudo intitulado “To Do or Have, that is the question” (Ter ou fazer, essa é a questão) foi que a melhor forma de fazer isso é apostar em experiências, como uma viagem inesquecível, e não necessariamente em um bem material.
Os entrevistados para a pesquisa tinham que responder a seguinte pergunta: “Que gasto você realizou que lhe deixou mais feliz?”. Mais da metade dos participantes, 57%, lembrou de uma experiência enquanto apenas 34% dos entrevistados mencionaram compra de produtos.
Na opinião de especialistas do portal Meu Bolso Feliz, uma iniciativa do SPC Brasil, a explicação da pesquisa revela que a felicidade está ligada a vínculos emocionais e não materiais. Experiências geram memórias que, quando boas, sempre proporcionam sensação de prazer ao serem lembradas. Embora dinheiro e tranquilidade financeira sejam importantes, são as vivências que realmente valem a pena. Fonte site http://dinheiro.br.msn.com/dinheiro-traz-felicidade-depende-de-como-voc%C3%AA-est%C3%A1-gastando-1. acesso em 18 de agosto de 2014
domingo, 22 de junho de 2014
Perspectivas sobre desempenho da construção civil seguem baixas.
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*O indicador de dificuldades financeiras permaneceu alto, em 56,1, indicando um crédito mais caro e mais difícil para as empresas da construção
SÃO PAULO – Os empresários da indústria da construção estão pessimistas com o cenário do setor, de acordo com a 59ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil, realizada pelo SindusCon-SP (Sindicato da Construção) e pela FGV.
O levantamento mostra que em maio, a percepção dos empresários com relação ao desempenho atual de suas construtoras recuou 9,2% ante a pesquisa anterior e 9,9% em 12 meses.
Para o presidente da entidade, Sergio Watanabe, os resultados estão em linha com a desaceleração da atividade da construção, refletida pelo baixo crescimento do emprego no setor e fruto da contenção no nível de investimentos na economia.
Indicadores
A perspectiva de desempenho para os próximos meses, que se mantinha na linha da neutralidade, indicou queda de 10,8% em relação à pesquisa anterior e de 11,1% em 12 meses. Já a avaliação dos empresários com relação aos custos setoriais apresentou leve melhora de 0,3% na comparação com o trimestre anterior e alta de 6,4% em 12 meses.
Sobre a condução da política econômica, as perspectivas apontaram queda de 17% ante a sondagem anterior e 47,9% na comparação interanual. Ao mesmo tempo, a perspectiva com relação ao crescimento econômico caiu 19,9% em relação ao trimestre anterior e recuou 40,1% em 12 meses, enquanto a perspectiva de inflação reduzida apresentou retração de 2,8% e 18,4%, respectivamente.
O indicador de dificuldades financeiras permaneceu alto, em 56,1, indicando um crédito mais caro e mais difícil para as empresas da construção. Nesse caso, em particular, valores acima de 50 significam dificuldades maiores. Fonte site http://dinheiro.br.msn.com/perspectivas-sobre-desempenho-da-constru%C3%A7%C3%A3o-civil-seguem-baixas. Acesso em 22 de junho de 2014.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Planejar sua aposentadoria em 7 passos.
SÃO PAULO - Por mais que as pessoas estejam vivendo mais, isso ainda não se refletiu no mercado de trabalho, de forma que, com exceção de quem tem um negócio próprio, a aposentadoria muitas vezes é obrigatória e não acontece após os 60 anos.
Diante dessa realidade, planejar a aposentadoria é algo cada vez mais importante e, ao contrário, do que a maioria das pessoas imagina, não precisa ser uma tarefa árdua. Para ajudá-lo, selecionamos abaixo algumas dicas do que levar em consideração na hora de elaborar o seu planejamento.
O que você quer
A primeira etapa de qualquer planejamento financeiro é definir onde você quer chegar, em outras palavras, o seu objetivo. No caso da sua aposentadoria, não poderia ser diferente: sem um objetivo em mente, você não tem como traçar um plano de execução.
Portanto, comece refletindo sobre questões bastante básicas como, por exemplo, quando você pretende se aposentar. Essa é uma variável importante para o planejamento da sua aposentadoria, que não pode ser esquecida. Um erro comum entre as pessoas é decidir parar por impulso, em geral, porque se sentem desmotivadas no emprego ou fisicamente cansadas. Você pode não acreditar, mas alguns anos podem fazer muita diferença em termos de planejamento.
Com que receitas você poderá contar?
Nos dias de hoje contar com a Previdência Social para se sustentar na aposentadoria é uma estratégia extremamente arriscada. O teto da aposentadoria pública é baixo para trabalhadores da iniciativa privada. Com os diversos redutores existentes, especialistas afirmam que uma minoria dos brasileiros terá direito a um benefício de R$ 2,5 mil ou mais. Em geral, recomenda-se assumir que a Previdência irá responder por, no máximo, 20% da sua renda na aposentadoria.
Com que outras fontes de renda você poderá contar? Por acaso você contribui para um plano de previdência corporativo ou para um plano individual, de forma que poderá contar com esse dinheiro ao se aposentar? Afora os investimentos em previdência complementar, você consegue identificar outras fontes de renda financeira?
Some tudo e procure estimar com o quanto poderá contar ao se aposentar. A diferença terá que ser equilibrada com renda de trabalho. Ou seja, você terá que se manter na ativa ou se acostumar com a ideia de ter uma redução em seu padrão de vida.
Estime o quanto precisará juntar
Sonhar com uma aposentadoria tranquila é uma coisa, estimar o quanto ela irá lhe custar é outra bem distinta. Comece estimando o padrão de gastos que terá ao se aposentar. Ainda que algumas despesas devam cair, como os gastos com filhos, outras devem subir, como os gastos com saúde.
Na maioria dos casos, os gastos após a aposentadoria tendem a cair em até 20%. Na hora de fazer as contas do quanto precisará juntar, seja conservador. Você provavelmente irá viver mais do que imagina. Portanto, projete sua necessidade de renda assumindo que irá viver ao menos até os 90 anos.
Quanto poupar para atingir esse patrimônio?
Uma vez definida a sua meta de patrimônio ao se aposentar, é hora de calcular como irá alcançar essa meta. Com base na sua data de aposentadoria, estime quanto tempo ainda tem para acumular esse patrimônio.
Traduza isso em termos de uma poupança mensal. Para tanto, é preciso fazer uma previsão de retorno para o dinheiro investido. Seja conservador, e assuma um retorno anual de no máximo 5% acima da inflação. Para ajudá-lo nessa conta, utilize a nossa calculadora e objetivo.
Comece o quanto antes e seja regular
O ideal é que você comece o quanto antes a investir. Mas, se ainda não começou, lembre-se de outro ditado: antes tarde do que nunca! Para quem tem dificuldade em estabelecer uma estratégia de poupança, o ideal é estabelecer alguma forma de investimento automático.
Uma boa opção são os planos de previdência, sobretudo, os corporativos, pois trabalham com o conceito de contribuições mensais. Além disso, sob as novas regras de tributação, o investidor se beneficia de alíquotas decrescentes quanto maior o prazo de investimento.
Coloque seu plano em ação
Com todas essas informações em mãos, é hora de agir. Se você constatou que não consegue poupar o necessário para juntar o patrimônio desejado antes de se aposentar, reveja seus planos. Provavelmente você terá que se aposentar mais tarde.
E como poupar nada mais é do que decidir adiar uma decisão de consumo, você terá que refletir se vale a pena manter o seu estilo de vida hoje, em detrimento do seu padrão na aposentadoria. Ou se, alternativamente, não seria melhor cortar gastos hoje de forma a poder se aposentar na data planejada.
Reveja periodicamente sua estratégia
De tempos em tempos, avalie o seu planejamento. Você está alcançando as suas metas ou não? Será que é preciso revê-lo? Seu salário aumentou, não vale a pena aproveitar o momento e poupar mais do que o planejado?
Lembre-se: ainda que o seu objetivo seja o mesmo, isso não se aplica a suas metas de poupança, que devem ser ajustadas para refletir o seu ciclo financeiro. O ideal é que você poupe mais quando pode, para fazer frente aos momentos de maior dificuldade financeira. fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/guias/dicas-para-planejar-sua-aposentadoria-em-7-passos. Acesso em de abril de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Demanda de consumidor por crédito recua em janeiro: Número revela a intensificação da tendência de queda na variação acumulada em 12 meses
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SÃO PAULO - A demanda do consumidor por crédito recuou de 0,8% em janeiro, se comparado ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados já descontados os efeitos sazonais, revelados Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).
Para a Boa Vista, o número revela a intensificação da tendência de queda na variação acumulada em 12 meses, período que houve queda de 0,5% na demanda do consumidor. Já em relação ao mês imediatamente anterior, houve aumento de 1,2% no primeiro mês de 2014.
O recuo na variação anual foi provocado pelo setor financeiro, que caiu 1,0% enquanto o setor não financeiro teve queda de 0,4%. Já comparação mensal da série dessazonalizada o setor financeiro registrou alta de 2,8% e o não financeiro de apenas 0,2%. Na avaliação interanual, enquanto o setor financeiro obteve queda de 4,2%, o não financeiro subiu 1,4%. fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/demanda-de-consumidor-por-cr%C3%A9dito-recua-em-janeiro-diz-boa-vista. acesso em 28 de fevereiro de 2014.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Falta de disciplina: prazos e horários afeta finanças pessoais
SÃO PAULO - Uma pesquisa encomendada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) revelou que a falta de disciplina com as finanças pessoais está relacionada com o descomprometimento com atividades cotidianas.
Segundo o estudo, de maneira geral, os entrevistados indisciplinados financeiramente também têm hábitos como o de estudar na véspera de provas, chegar atrasado em compromissos ou ser relapso com atividades no trabalho.
Com base nas respostas dos entrevistados, os pesquisadores estabeleceram três perfis comportamentais dos brasileiros. No primeiro grupo, das pessoas organizadas, foi constatado que elas estudavam diariamente, planejam todas as tarefas diárias e são regradas também em suas finanças. Este grupo representou 24% do total dos entrevistados.
Já 62% pessoas ficaram entre aqueles que tentam ser organizar. Este grupo estuda ocasionalmente, procura se planejar e às vezes se atrasa em compromissos. Os 14% restantes foram as pessoas desorganizadas, que não conseguem se planejar ou estabelecer metas.
Sobre as finanças pessoais, a pesquisa mostrou que, entre as pessoas do último grupo, o percentual dos que já entraram ao menos uma vez no cheque especial é mais que o dobro do percentual do grupo de pessoas organizadas. “As causas do descontrole financeiro não estão relacionadas à classe social ou ao grau de escolaridade do consumidor, mas ao comportamento de cada um. Vimos que pessoas organizadas e planejadoras têm uma gestão financeira mais saudável e totalmente coerente com o restante das práticas do dia-a-dia”, comentou a economista-chefe do SPC Brasil, Luiza Rodrigues.
Fim do mês
Também foram detectadas diferenças comportamentais nos três perfis quanto à gestão das despesas de casa. Quando perguntados se conseguem chegar ao final do mês com todas as contas pagas, os organizados não têm dúvidas: 64% respondem que sim e que “ainda sobra um pouco de dinheiro”.
Por outro lado, a parcela que responde sim a esta pergunta entre os que tentam ser organizados cai para 45% e chega em 39% entre os entrevistados desorganizados. Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/falta-de-disciplina-com-prazos-e-hor%C3%A1rios-afeta-finan%C3%A7as-pessoais. Acesso em 17 de fevereiro de 2014.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Receita Federal cria duas novas delegacias em São Paulo.
SÃO PAULO - A partir de segunda-feira (3), a Receita Federal abrirá mais duas delegacias na cidade de São Paulo, a delegacia especial para pessoa física (Derpf), e uma para Fiscalização de Comércio Exterior (Delex).
A delegacia para pessoas físicas será volta às ações de arrecadação e fiscalização desses contribuintes. A expectativa da Receita é que o desenvolvimento de atividades exclusivas para esse universo de contribuintes traga benefícios para o cidadão.
Os Centros de Atendimento ao Contribuinte – CAC em São Paulo permanecem com o atendimento que já realizam atualmente. Desta maneira, eles continuam a prestar assistência e serviços para pessoas físicas e jurídicas, independentemente da delegacia a qual estão vinculados.
A Receita destaca ainda que não haverá interrupção no atendimento mesmo na fase de implantação. Porém, é possível que, em razão das migrações de sistemas e bancos de dados, os atendimentos fiquem mais lentos no início de fevereiro.
Nesse caso, a recomendação é que sempre que possível, o contribuinte utilize o autoatendimento no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br).
Comércio exterior
Já a Delex será voltada para atendimento das pessoas jurídicas que atuam no comércio exterior e das que exercem atividades industriais, como o desenvolvimento das ações de controle aduaneiro e fiscalização.
A delegacia integrará as fiscalizações aduaneira e de tributos internos da indústria e permitirá que a Receita tenha uma visão integrada do processo produtivo, desde a importação de insumos até a manufatura e entrega a consumo ou exportação dos produtos. fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/receita-federal-cria-duas-novas-delegacias-em-s%C3%A3o-paulo?page=0. acesso em 02 de fevereiro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
Os 10 cursos que mais formam milionários
Escolher um curso para trabalhar com o que ama pode levá-lo ao sucesso e bem-estar, mas se seu objetivo é ganhar dinheiro, o caminho é ter um diploma do curso de Engenharia. Isso porque ela é a graduação que mais forma milionários, segundo pesquisa realizada pela consultoria WealthInsight.
O levantamento mostra os dez cursos -- entre graduação e pós-graduação -- que algumas das pessoas mais ricas do mundo fizeram. Vale ressaltar, entretanto, que não necessariamente os profissionais desenvolveram suas carreiras na área de formação: muitos engenheiros, por exemplo, atuam como empresários. Confira a seguir as dez formações mais promissoras (leia a pesquisa completa no site da NewStatesman)
01 - Engenharia
02 - MBA
03 - Economia
04 - Direito
05 - Administração
06 - Comercio
07 - Contabilidade
08 - Ciências da Computacao
09 - Finanças
10 - politica
Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/fotos/os-10-cursos-que-mais-formam-milion%C3%A1rios#image=8. Acesso em 18 de janeiro de 2014.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
INSS divulga valores de contribuição dos trabalhadores para 2014
SÃO PAULO – Foi publicada, na edição desta segunda-feira (13) do Diário Oficial da União, uma portaria do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que reajusta em 5,56% os benefícios dos segurados que recebem acima de um salário mínimo.
A portaria também estabelece as novas alíquotas de contribuição do INSS e, com a medida, os trabalhadores empregados, domésticos e avulsos que recebem até R$ 1.317,07 passam a contribuir com 8% para a previdência.
Já aqueles com rendimentos entre R$ 1.317,08 e R$ 2.195,12 passam a ter alíquota de contribuição de 9%; e os que ganham entre R$ 2.195,13 e R$ 4.390,24 irão contribuir com 11%. Segundo a previdência, essas alíquotas - relativas aos salários pagos em janeiro – deverão ser recolhidas a partir de fevereiro.
Valores
O valor mínimo dos benefícios pagos pelo INSS será de R$ 724. O montante é válido para aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão, pensão por morte, aposentadorias de aeronautas e pensões especiais pagas às vítimas da síndrome da talidomida, entre outros. Já o benefício pago para seringueiros e seus dependentes será de R$ 1.448.
No que diz respeito à cota do salário família, essa passa a ser de R$ 35 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 682,50 e de R$ 24,50 para aqueles com remuneração mensal entre R$ 682,51 e R$ 1.025,81.
Sobre o salário-reclusão, diz a previdência, este será devido aos dependentes do segurado cujo salário de contribuição seja igual ou inferior a R$ 1.025,81 no dia da prisão.
Vale lembrar que o teto do salário de contribuição e o valor limite de benefício passa de R$ 4.159 para R$ 4.390.
Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/tributos/story.aspx?cp-documentid=261778903. Acesso em 14 de janeiro de 2014.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Lei anticorrupção será gatilho para alavancar seguros contra erros de administração
SÃO PAULO - Desde a crise mundial de 2008 as preocupações aumentaram sobre a responsabilidade de administradores pessoa física por erros na prática da gestão de companhias, o que tem impulsionado o segmento de seguros de responsabilidade civil dos administradores (conhecido como D&O, na sigla em inglês).
A atuação mais ostensiva da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no caso das empresas com capital aberta, já tem sido um forte incentivo para o aumento da procura por este tipo de seguro. O principal impulso aconteceu com a Instrução CVM 480, publicada em dezembro de 2009, que trata da apresentação das informações periódicas prestadas por emissores de valores mobiliários e “veio para aumentar a transparência da empresa com a CVM e o investidor". Naquele ano, o segmento registrou o crescimento mais expressivo dos últimos anos, crescendo 46% entre 2009 e 2010.
Em 2013, o volume de contratações desta modalidade de seguro aumentou cerca de 10%, de acordo com o último balanço divulgado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que compilou os dados até o mês de outubro. Agora, a categoria deve ganhar mais impulsos. Um deles é o preço considerado razoável para contratação. O outro é a lei anticorrupção, prevista entrar em vigor no mês de fevereiro e que promete fechar o cerco para as punições de erros e omissões na administração de empresas.
"O mercado como um todo espera ter um aumento da demanda por seguros D&O com a entrada da lei anticorrupção. Em qualquer situação em que entra em vigor uma nova lei, tende a movimentar a procura por seguros", afirma Marcio Guerreiro, presidente da comissão de responsabilidade civil geral da Federação Nacional dos Seguros Gerais (Fenseg).
A Controladoria-Geral da União (CGU) afirma que, na esfera judicial, poderá ser decretado perdimento de bens, suspensão de atividades e dissolução compulsória, além da proibição de recebimento de incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de órgãos ou entidades públicas e de instituições financeiras públicas ou controladas pelo poder público, por determinado prazo. As penas administrativas serão aplicadas pela CGU ou pelo ministro de cada área. De acordo com a lei, empresas podem ser multadas em até 20% do faturamento bruto no situação em que algum funcionário se envolva em atos de corrupção.
A nova lei determina ainda a desconsideração da personalidade jurídica de empresas que receberam sanções, mas tentam fechar novos contratos com a administração pública por meio de novas empresas criadas por sócios ou laranjas.
Como funciona o seguro
O seguro D&O tem como função proteger o executivo em caso de reclamações de terceiros, que podem ser tanto regulador, funcionário, fornecedor ou acionista. Essas reclamações comumente estão relacionadas às responsabilidades do gestor, em muitos casos exigindo o ressarcimento com o patrimônio pessoal do executivo.
O seguro tem a proposta de proteger o patrimônio do segurado, podendo ser utilizado em casos de condenação judicial por decisões tomadas durante a sua gestão. A apólice cobre desde custos de defesa até uma mesada em caso de bloqueio ou penhora de bens.
Confira alguns tipo de cobertura oferecidos pelo seguro D&O. Estas coberturas podem ter alterações dependendo do tamanho da empresa, categoria do seguro e necessidades de cobertura.
Fonte: Grupo ACE Brasil. Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/lei-anticorrup%C3%A7%C3%A3o-ser%C3%A1-gatilho-para-alavancar-seguros-contra-erros-de-administra%C3%A7%C3%A3o#page=0. Acesso em 09 de janeiro de 2014
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