terça-feira, 10 de julho de 2012
Consumidor: procura por crédito tem queda recorde no semestre.
SÃO PAULO - O número de consumidores que procuraram crédito no primeiro semestre desse ano caiu 7,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, marca recorde segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, divulgado nesta terça-feira (10).
Na comparação anual, a retração foi de 6,6%, já quando comparado maio com junho, a demanda do consumidor por crédito recuou 2,1%.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, os níveis mais elevados de inadimplência e de endividamento do consumidor reprimiram a demanda dos consumidores por crédito durante o primeiro semestre de 2011, apesar das reduções dos juros e demais medidas de estímulo ao consumo adotadas pelo governo.
Regiões.De acordo com a Serasa, na análise semestral houve queda nas cinco regiões brasileiras. A região Sudeste, em especial, apresentou a maior queda, de 8,6% frente ao mesmo período do ano anterior. Fonte site:http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/07/10/consumidor-procura-por-credito-sofre-queda-recorde-no-semestre.jhtm. Acesso em 10 de julho de 2012.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Pesquisa do Procon mostra que diferença de tarifas entre bancos pode chegar a 70%
SÃO PAULO - Pesquisa de valores de tarifas bancárias realizada pela Fundação Procon-SP revela que a diferença de valor entre os pacotes padronizados de tarifas pode chegar a 70%. Ainda, o estudo mostrou que a Caixa Econômica Federal tem o menor valor, de R$ 10,00, enquanto o maior valor é do Banco Safra, de R$ 17,00.
O objetivo da pesquisa foi verificar a evolução das tarifas bancárias. Para isso analisou e comparou as tabelas de serviços prioritários e de pacote padronizado de sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, CEF, HSBC, Itaú, Safra e Santander.
As tabelas foram coletadas nos próprios sites dos bancos. Na comparação entre os pacotes padronizados praticados no dia 16 de maio deste ano e nos da mesma data do ano passado, verificou-se que somente a Caixa Econômica Federal reduziu o valor do pacote, os demais bancos mantiveram o valor conforme demonstrado abaixo:
Vale destacar que os pacotes padronizados são aqueles compostos – conforme estipulado pelo Banco Central – pelos seguintes itens:
- Confecção de cadastro para início de relacionamento;- Saque (08 por mês);- Extrato mensal (04 por mês);- Extrato do período referente ao mês imediatamente anterior (02 por mês);- Transferência entre contas na própria instituição (04 por mês);
Além de pesquisar o valor do pacote padronizado, o Procon-SP fez um comparativo entre os serviços prioritários vigentes. Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/pesquisa-do-procon-mostra-que-diferen%C3%A7a-de-tarifas-entre-bancos-pode-chegar-a-70percent?page=0. Acesso em 28 de junho de 2012.
sábado, 19 de maio de 2012
Inglês: veja dicas para melhorar sua fluência, leitura e escrita fora dos cursos.
SÃO PAULO - O conhecimento da língua inglesa já não é mais um diferencial no mercado de trabalho, mas, sim, uma exigência. O problema é que nem sempre sobra tempo para frequentar um curso de inglês. Se você se identifica com essa situação, saiba que há diversas formas alternativas para treinar seus conhecimentos do idioma.
Muito além das aulas, os profissionais devem “tentar incorporar o inglês nas tarefas feitas no dia a dia”, explica o professor do CNA, Sérgio Monteiro. Isso pode ser feito de diversas formas. Se você gosta de ler determinado gibi nos momentos de lazer, por que não passar a lê-lo em inglês?
Para quem gosta de ler as aventuras de Asterix and Obelix's, por exemplo, vale a pena começar a ler em inglês. Por ser algo que você naturalmente se interessa, fica mais fácil compreender e persistir na leitura. Essa lógica serve para tudo. “Se você gosta de ler livros, leia em inglês. Se gosta de filmes, assista em inglês”, sugere o professor.
Filmes e músicas
Os filmes são ótimos para treinar os ouvidos. Se seu inglês não é tão avançado, comece devagar. Assista primeiro com legenda em português, depois com legenda em inglês e, por fim, sem legenda nenhuma. Vale a pena assistir o mesmo filme várias vezes. Lembre-se que aprender um idioma não acontece da noite para o dia. É tudo uma questão de prática.
De acordo com a professora de liderança na BBS Business School, Irene Azevedo, os filmes são ótimas opções até para quem não tem muito conhecimento da língua. “Depois de assistir algumas vezes, seus ouvidos se acostumam com o idioma e vai ficando cada vez mais fácil a compreensão”, diz.
Jornais - The New York Times
As músicas também são opções. O interessado pode ouvir a música acompanhando com a letra. Mas as dicas não param por ai. A internet é uma fonte inesgotável de recursos e sites para quem realmente quer se aperfeiçoar. É possível, por exemplo, acessar sites dos principais jornais do mundo, como o The New York Times.
Nesse portal, inclusive há diversos recursos multimídias, que por serem interessante e prenderem a atenção do leitor, ajuda muito no aprendizado da língua. “Os podcasts e os vídeos são recursos muito interessantes”, diz o professor. No site da BBC os internautas ainda têm a sua disposição uma seção focada no aprendizado do idioma o ‘learning english’, com cursos online, testes e dicas de vocabulário e gramática.
Vídeos e palestras
Além desses sites, o professor ainda sugere que os profissionais visitem o www.ted.com. Nesse portal existe uma grande quantidade vídeos, com profissionais de diversas áreas do conhecimento humano dando palestras. Assim, você pode selecionar o assunto que mais te interessa – business, design, entertainment, science - e assistir uma palestra sobre determinado tema. Novamente, isso é interessante, pois prende a atenção do visitante ao disponibilizar vídeos de seu interesse.
A internet também permite o treino da escrita na língua inglesa. Para os que já têm conhecidos de outros países, a dica é entrar nas redes sociais e conversar. Para quem não conhece ninguém, é possível acessar as seções de bate-papo dos grandes portais.
Assim como o bate-papo do UOL, você também pode acessar o chat do AOL (www.aol.com). Rapidamente você começa uma amizade e treina sua escrita e leitura.
Ainda vale lembrar da possibilidade de acessar os principais dicionários, como o Cambridge dictionary (http://dictionary.cambridge.org/) e o Oxford dictionaries (http://oxforddictionaries.com/?region=us).Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/ingl%c3%aas-veja-dicas-para-melhorar-sua-flu%c3%aancia-leitura-e-escrita-fora-dos-cursos?page=0. Acesso em 19 de maio de 2012.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Consumidor deve se informar, antes de escolher a melhor opção de crédito
SÃO PAULO - Ter as finanças em dia é o sonho de qualquer consumidor, porém, para que isso aconteça é necessário buscar informações e fazer a melhor escolha na hora de adquirir o crédito.
Durante o painel “Que crédito é esse? O crédito oferecido e usado pelos brasileiros, consumidores, empresas e governo é mais saudável para o país?” que abriu o CCMCC 2012 (Congresso Consumidor Moderno de Crédito Cobrança e Meios de Pagamento) nesta terça-feira (8), foi discutida a preocupação com o crédito saudável, sem riscos de novos inadimplentes.
De acordo com o debate, esta preocupação deveria fazer com que o consumidor começasse a buscar mais informações e a realizar um planejamento melhor de sua renda diante da oferta de crédito crescente no Brasil. “Educação financeira não é guardar dinheiro, e sim, ensinar a gastá-lo e fazer melhor suas escolhas”, explica a jornalista da CBN, Mara Luquet,
Educação financeira
Segundo o publisher da Revista Consumidor Moderno, Robert Meir, o consumidor presencia atualmente, uma verdadeira briga entre o governo e o sistema financeiro por conta do custo do crédito no País, por isso, ele explica que para o brasileiro, mais do que nunca a educação financeira é fundamental. “O consumidor ainda não entende como manter sua matriz econômica em dia”, completa.
Já o presidente do Instituto Geoc (Gestão de Excelência Operacional em Cobrança), Jair Lantaller, afirmou que a educação financeira do consumidor é muito importante, já que o Brasil está ingressando num modelo econômico maduro.
Segundo Lantaller, um terço do PIB (Produto Interno Bruto) do País vem do consumo das famílias brasileiras e até 2015 este PIB pode ser alçado, com o aumento do crédito, para até 60%.
Varejo
Para o diretor de Crédito das Lojas Colombo, Edeni Malta, o varejo deveria ser o responsável pela educação financeira dos consumidores. “Orientar e entender o crédito buscado pelo consumidor é o caminho no varejo. Você pode questionar seu cliente sobre essa possibilidade, se ele quer ser um cliente saudável ou um novo inadimplente”, explica.
Já o diretor adjunto de estudos regionais, urbanos e ambientais do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Miguel Matteo, o momento é bom para o crédito, mas é importante que o setor industrial esteja atento aos movimentos do governo. “O governo já não tem espaço para a redução do spread, e não deveria incentivar demais o consumo sem um crescimento industrial interno”, finaliza.Fonte site:
http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/consumidor-deve-se-informar-antes-de-escolher-a-melhor-op%c3%a7%c3%a3o-de-cr%c3%a9dito-1?page=0. Acesso em 09 de maio de 2012.
domingo, 22 de abril de 2012
Juros devem refletir realidade econômica do Brasil
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SÃO PAULO - As taxas de juros cobradas devem refletir a situação econômica do Brasil, de acordo com a presidente Dilma Roussef, que ressaltou o bom momento econômico que o país atravessa.
“Somos um país que temos absoluto respeito aos nossos princípios macroeconômicos, de controle de inflação, de robustez fiscal, relação dívida-PIB [produto interno bruto]. Temos uma situação muito especial em relação às economias emergentes. Estamos caminhando para taxas maiores de crescimento. Então, os juros também vão refletir, cada vez mais, essa realidade de maturação”, disse Dilma.
Sobre a redução de juros promovida por bancos públicos e privados nos últimos dias, a presidente respondeu que acredita que esse será um processo de amadurecimento do país. “[este processo]Vai nos encaminhar progressivamente para termos juros mais condizentes com nossa realidade, porque não somos um país qualquer. Somos um país reconhecidamente em uma situação econômica de estabilidade”, afirmou, de acordo com a Agência Brasil.
Juros menores
Nos últimos dias, os principais bancos públicos e privados do País anunciaram a redução das taxas de juros das suas principais linhas de crédito.
A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, que já haviam anunciado reduções no início deste mês, anunciaram novos cortes de juros esta semana. Os movimentos refletem a redução de 0,75 ponto percentual na Selic, anunciada na última quarta-feira (18).Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/dilma-juros-devem-refletir-realidade-econ%c3%b4mica-do-brasil?page=0. Acesso em 22 de abril de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Idade e carreira: veja o que dizem especialistas sobre o assunto.
SÃO PAULO – Existe idade para assumir um cargo de liderança? Com que idade a pessoa é considerada velha para o mercado? Questões envolvendo idade e carreira estão entre as que mais geram dúvidas nos profissionais.
Assim, para tentar sanar ou ao menos clarear algumas dessas dúvidas, o portal InfoMoney foi ouvir o diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, e a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Ariadne Tomczak.
Jovens na liderança
Quando assunto envolve idade e liderança, um dos principais questionamentos é sobre os jovens que chegam muito cedo ao poder. Ambos os especialistas, acreditam que a pouca idade pode ser um complicador neste sentido, visto que, para muitos dos jovens em posições de liderança nas empresas, faltam maturidade e experiência.
“Não podemos deixar de reconhecer que estes jovens alcançam o espaço por competência. Contudo, a falta de maturidade e o fato de pularem etapas do desenvolvimento profissional podem impactar de forma negativa na tomada de decisões”, diz Raffa.
Ariadne concorda e completa: “a vida não tem atalho (…) Liderança é reflexo de um processo de aprendizagem. O líder tem que inspirar, ensinar... E, muitas vezes, a falta de experiência pode atrapalhar (…) É lógico que há bons líderes jovens. De toda forma, estes profissionais devem estar preparados para enfrentar as dificuldades, preconceito e resistência”.
Prazo de validade
Outra questão que costuma ser tema de discussões acaloradas diz respeito a quando as pessoas são consideradas velhas para o mercado de trabalho.
Na opinião da headhunter da De Bernt Human Capital, a resposta para esta pergunta passa pela área do profissional. Ou seja, depende do mercado de atuação.
Já diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, não acha que exista uma idade de rejeição. “Se fosse há dez anos, eu diria que a partir dos 40 anos as pessoas já encontrariam dificuldades no mercado de trabalho. Hoje, contudo, isto não é mais uma realidade (…) Especialmente, após a crise de 2008, quando as empresas foram atrás dos profissionais mais experientes”.
Idade e ascensão profissional
Muitas pessoas relatam ter mais dificuldades para ascender profissionalmente, quando já não são mais consideradas jovens. Sobre o assunto, Ariadne reconhece que há mais dificuldade para estes profissionais alcançarem novas posições, porém, diz ela, depende do cenário e do momento da empresa.
Raffa, por outro lado, é categórico: “profissionais que não galgaram uma posição até uns 40 anos, por exemplo, vão sim encontrar dificuldades”.
Nunca é tarde para recomeçar
Sobre a questão da troca de área ou profissão depois de uma certa idade, os especialistas acreditam que nunca é tarde para recomeçar.
Contudo, explicam os especialistas, se a pessoa decide trocar de carreira deve estar preparada para “descer alguns degraus”. Em outras palavras, ela deve entender que não ficará no mesmo patamar e que terá de investir na carreira.
Além da idade
De modo geral, avalia Ariadne, independentemente da idade, o profissional precisa perceber que é necessária a busca constante de conhecimento para evoluir na carreira, sendo que os profissionais mais velhos devem sempre buscar destacar a experiência, enquanto que os mais novos, a vontade de crescer profissionalmente.
Raffa concorda e acrescenta: “na maior parte das vezes, quem tem o maior preconceito é o próprio profissional e não o mercado, sendo que a pessoa usa a questão para mascarar outros problemas. Assim, o profissional deve procurar fazer uma autoanálise para identificar suas deficiências e procurar saná-las”. Fonte site:
http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/idade-e-carreira-veja-o-que-dizem-especialistas-sobre-o-assunto-1?page=0. Acesso em 27 de marco de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Por falta de paciência, experiência é o item menos preenchido em currículos.
SÃO PAULO – A falta de paciência na hora de preencher currículos on-line tem feito muitos candidatos não preencherem adequadamente um dois itens mais importantes do documento: o espaço destinado à experiência.
De acordo com o presidente da Curriculum e especialista em recolocação profissional, Marcelo Abrileri, geralmente, este tipo de currículo possui muitos itens a seren preenchidos, o que faz com que as pessoas coloquem apenas uma ou duas experiências recentes e partam para outro quesito, pensando em preencher o cadastro com mais cuidado em outro dia.
Porém, alerta, tal atitude diminui as chances dos candidatos, já que, ao fazer uma busca, a empresa pode não encontrar o que deseja, sem contar o fato de que muita gente não cumpre a promessa de voltar e completar as informações depois.
O problema da experiência
Além da falta de preenchimento adequado, o item experiência protagoniza um dos problemas mais sérios encontrados nos currículos, o desalinho com o objetivo do candidato.
Abrileri explica que, muitas vezes, as pessoas colocam apenas as experiências mais recentes e dispensam experiências anteriores que poderiam ser mais relevantes. Além disso, há profissionais que, por vergonha ou um julgamento errado, deixam de colocar experiências que consideram vergonhosas, como um trabalho na empresa da família ou a atuação em profissões menos qualificadas.
Contudo, diz Abrileri, tudo que é colocado ou subtraído do currículo deve ter relação com o cargo pleiteado. Em outras palavras, a pessoa deve avaliar se a experiência é relevante para o cargo almejado antes de tomar qualquer decisão.
“Desinformação e a maneira errada de encarar uma experiência anterior fazem com que as pessoas selecionem de forma equivocada o que é colocado no currículo (…) Esses dados deixados de lado podem ajudar a fazer com que a pessoa apareça em uma busca”, diz Abrileri.
Outros erros
De modo geral, aconselha Abrileri, as pessoas devem ter a máxima atenção ao preencher currículos on-line. Erros de português e prolixidade estão entre os principais problemas encontrados nos documentos, que fazem com que os recrutadores desistam de entrevistar um profissional.
Além disso, as pessoas não devem deixar de preencher o objetivo profissional, cursos e idiomas, bem como só colocar observações adicionais, se estas realmente forem importantes. “Cerca de 85% dos candidatos que preenchem o campo destinado às observações adicionais não colocam informações relevantes”, diz o especialista.
Neste sentido, exemplifica, o fato de um estudante cursar a faculdade em um determinado período e só estar disponível para o trabalho no período da tarde, por exemplo, é um exemplo do que deve ser colocado em tal campo.
fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/por-falta-de-paci%c3%aancia-experi%c3%aancia-%c3%a9-o-item-menos-preenchido-em-curr%c3%adculos-1?page=0. Acesso em 05 de marco de 2012
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