segunda-feira, 9 de março de 2015

Carga tributária vai acima de 40%. E agora?

. Entre os economistas que acompanham as contas públicas, existe quase um consenso de que a equipe do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já conseguiu algo como 0,7% ou 0,8% da meta de 1,2% do Produto Interno Bruto para o superávit primário (a economia para o pagamento de juros da dívida). Mas cresce também o consenso de que, como ocorreu em outras ocasiões em que o Estado gastou mais do que podia, que haverá aumento de carga tributária. Alguns já têm até uma projeção de quanto será a conta para o contribuinte. “Aposto com qualquer um que teremos entre 2015 e 2016 um aumento de pelo menos 2 pontos porcentuais: a carga tributária vai superar 40% do PIB”, diz o economista Mansueto Almeida. “Acho terrível e isso vai comprometer o crescimento do País, mas não haverá outra alternativa porque este é um ajuste muito complicado de ser feito.” Segundo Mansueto, a reestruturação das contas públicas pode não se restringir a 2015. “Vai se estender por 2016 e não ficaria surpreso se perdurasse por todo o governo Dilma”, diz Mansueto. Em sua projeção, ele leva em consideração que as receitas estão em queda, por causa do baixo crescimento, mas estão previstos aumentos de despesas e há muitas contas pendentes criadas na gestão anterior. Em março do ano passado, por exemplo, o governo foi generoso com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Abdicou de pagamentos de juros que cobriam repasses feitos pelo Tesouro Nacional. A carência foi estendida. “O principal de uma dívida do BNDES de R$ 194 bilhões foi renegociada e só começa a ser pago em 2040”, diz. Levy já fez algumas mudanças na estrutura dos gastos que ajudam. Se enquadram, neste caso, alterar as regras de concessão de abono salarial e seguro-desemprego. Mas também adiou investimentos e gastos. Muitos deles não poderão ficar represados por muito tempo. É o caso dos recursos para a educação. Entre janeiro e fevereiro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, as instituições federais de ensino sofreram uma redução de quase 34% na verba dirigida ao seu funcionamento. “Não há como segurar coisas assim por muito tempo”, diz o economista. “Em algum momento será preciso elevar a tributação.” . FONTE SITE http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economiaenegocios/carga-tribut%C3%A1ria-vai-acima-de-40percent-diz-economista/ar-AA9wgKY. acesso em 09 de marco de 2015

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Lucros do Instragram devem chegar a US$ 5,8 bilhões em cinco anos.

A decisão de Mark Zuckerberg de comprar o Instagram se mostra cada vez mais inteligente. Segundo projeções e estimativas dos analistas da consultoria Cowen & Co., o aplicativo de compartilhamento de fotos vai faturar US$ 5,8 bilhões (cerca de R$ 16,6 bilhões) em 2020. A projeção usa os dados de crescimento do interesse das marcas anunciantes e o número de usuários, além dos valores dos lucros deste ano, que chegarão aos US$ 700 milhões. “Levando em conta a escala de usuários, o interesse dos anunciantes, as mudanças tecnológicas nos meios midiáticos e capacidade de monetização do Facebook, estamos confiantes que o Instagram irá pular de US$ 0,7 bilhão em 2015 para US$ 5,8 bilhões em 2020”, disse um dos analistas no documento. O Facebook comprou o aplicativo por US$ 1 bilhão em 2012 e esperou até o fim de 2012 para introduzir anúncios e gradualmente começar a lucrar com o serviço. Após a declaração das estimativas positivas do Instagram para os próximos anos, as ações da rede social subiram quase 3,5%. Fonte site http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economiaenegocios/lucros-do-instragram-devem-chegar-a-usdollar-58-bilh%C3%B5es-em-cinco-anos/ar-BBhNpq0. acesso em 22 de fevereiro de 2015.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Sinais de que as finanças do seu negócio estão no vermelho

Estruturar financeiramente uma empresa não é tarefa fácil. É uma atividade dinâmica e, ao longo do processo, o empreendedor pode se deparar com situações corriqueiras e outras que fogem do seu planejamento. De maneira geral, a empresa necessita de recursos financeiros para dois tipos de aplicações básicas: para capital de giro, ou seja, para as necessidades operacionais; e para investimentos. O planejamento financeiro de curto prazo é essencial para a empresa, pois tem como objetivo garantir o fluxo de recursos responsável pelas operações do seu dia a dia. Para evitar que problemas relacionados ao capital de giro afetem o caixa da empresa, é importante que o empreendedor fique atento aos sinais de desequilíbrio e acompanhe de perto todo o processo financeiro, para que possa tomar as medidas necessárias com maior velocidade e assertividade. Quanto aos investimentos, o requisito básico é que integrem o planejamento financeiro de longo prazo, haja vista o prazo de retorno mais alongado. Veja alguns sinais que sua empresa pode estar lhe dando de que irá precisar de uma injeção de capital. Alguns deles podem ter a mesma causa: 1. Endividamento de curto prazo Pequenas e médias empresas têm dificuldade para determinar a necessidade de capital de giro, porém essa é uma das tarefas fundamentais para o bom andamento financeiro do negócio. A forma mais usual para financiar a necessidade de capital de giro é tomar recursos financeiros em curto prazo, seja descontando duplicatas ou sob a forma de empréstimos. Porém, se perceber que este endividamento está crescendo e o volume de suas atividades não, cuidado, há algo que merece atenção. 2. Descontrole de fluxos de caixa Não há dúvida de que pior do que gerenciar os descontroles de fluxos de caixa é não ter nenhuma ferramenta de acompanhamento dos fluxos de caixa. Considerando que a sua empresa possui uma ferramenta de acompanhamento, que pode ser uma simples planilha eletrônica, os “descasamentos” frequentes entre as necessidades de recursos e as disponibilidades financeiras indicam que há uma falha em seu planejamento, que pode levar a empresa a tomar recursos emergenciais e, portanto, mais caros. 3. Falta de controle de despesas, custos e investimentos Um acompanhamento eficiente do comportamento dos custos, despesas e investimentos é imprescindível para evitar surpresas desagradáveis. Uma forma simples de gerenciar os gastos é através de acompanhamento orçamentário. Planeje os gastos em função de um objetivo. A ocorrência de um prejuízo ou necessidade de recursos de terceiros pode muito bem ser absorvida pela empresa, desde que se justifique como um sacrifício necessário e previsto. 4. Quedas no faturamento e estagnação nas vendas Quando se detecta que as vendas não têm crescido em comparação com o crescimento do mercado ou, ainda pior, que elas têm diminuído, tem-se um sinal claro de que algo precisa ser repensado. Duas ações podem ser tomadas em casos como esses: vender mais, desde que com lucro, e fazer uma análise fina na estrutura de custos. Nesse sentido, é preciso rever as estratégias de marketing, posicionamento, análise de produto, novos clientes, nichos e oportunidades. Além de analisar as despesas e mesmo investimentos, que possa reduzir os gastos de forma compatível com o novo nível de receitas. Se nada disso for feito, haverá necessidade de capital adicional para financiamento das atividades até o limite da viabilidade. 5. Uso de cheque especial e contas garantidas Um sintoma muito fácil para se identificar problemas de gestão financeira é o uso frequente, contínuo e indiscriminado do limite do cheque especial ou conta garantida. Estes estão entre os recursos financeiros mais caros que a empresa pode tomar. Algumas vezes, temos a necessidade de usar aquilo que estiver ao nosso alcance, porém, quando isso deixa de ser exceção e passar a ser regra, cuidado, há algo errado. Analise o seu planejamento, reveja o seu fluxo de caixa e tome alguma atitude para alongar o perfil do endividamento e reduzir o seu custo. O processo de gestão financeira das organizações é composto por um conjunto de atividades dinâmicas que, pela sua natureza, requerem ajustes constantes. Isso exige do empreendedor um rigor no planejamento, ter atenção aos sinais do mercado e disciplina na gestão do caixa. - Luiz W. Jung Fonte site: http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/financaspessoais/5-sinais-de-que-as-finan%C3%A7as-do-seu-neg%C3%B3cio-est%C3%A3o-no-vermelho/ar-AA8G5M4. acesso em 05 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Apesar de barato, crédito consignado pode dar dor de cabeça

São Paulo - As queixas relacionadas ao crédito consignado e consideradas procedentes pelo Banco Central (BC) vêm aumentando desde o início do ano. O número de reclamações sobre esse tipo de empréstimo passou de 141 em janeiro para 890 em setembro. A soma de reclamações, improcedentes ou não, referentes à modalidade de crédito com desconto no salário representou 34,9% (8,3 mil) do total de queixas contra bancos e financeiras registradas pelo BC em setembro, e 53% das registradas em agosto (4,8 mil). Mulher com dor de cabeça: reclamações sobre a modalidade de crédito cresceram de janeiro a setembro, segundo dados do Banco Central © ROYALTY FREE Mulher com dor de cabeça: reclamações sobre a modalidade de crédito cresceram de janeiro a setembro, segundo dados do Banco Central Os maiores problemas são: a restrição da portabilidade da dívida para outra instituição financeira, não fornecer boletos e outros documentos necessários para antecipar a quitação da da dívida e concessão de empréstimos sem formalização adequada. Consumidores também reclamam de falta de informações e da ausência de documentos na contratação da linha de empréstimo. Entre as instituições que acumulam conflitos relacionados ao crédito consignado e considerados procedentes pelo BC estão bancos de médio e grande porte como BNP Paribas, Mercantil, BMG, BIC, Banrisul, Pan, Itaú e Bradesco. Maior disputa por clientes gera problemas Diante do ritmo mais lento do crescimento da economia e aumento do endividamento dos brasileiros, bancos e financeiras ficaram mais seletivos para conceder crédito. Para continuar a lucrar e manter o crescimento das operações de empréstimos, o mercado financeiro disputa cada vez mais os clientes de linhas de baixo risco e que têm mais garantias, como é o caso do crédito consignado. De acordo com Miguel de Oliveira, presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças e Contabilidade (Anefac), nos últimos anos bancos de médio e grande porte têm buscado aumentar sua participação nesse segmento de crédito, antes dominado pelas financeiras. A tendência é que, diante do cenário econômico mais incerto, os bancos se tornem ainda mais agressivos para manter e atrair clientes nos empréstimos consignados. Essa seria a principal explicação para o aumento das restrições na portabilidade do crédito para outra instituição financeira e para os impedimentos no pagamento antecipado da dívida, segundo o advogado e consultor financeiro Beto Veiga. "Enquanto incentivos para outras modalidades de crédito não surtiram o efeito esperado, isso não aconteceu com o crédito consignado" diz o consultor. Nos últimos 12 meses, enquanto as operações de crédito pessoal subiram 6,6%, o consignado aumentou 13,1%. Entre 2012 e 2013, a linha chegou a crescer 17% em 12 meses, de acordo com dados da Anefac. Em setembro, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ampliou de 60 para 72 meses o prazo máximo de pagamento do empréstimo com desconto do salário para aposentados. A Medida Provisória 656, publicada em outubro, permite que os bancos passem a realizar os descontos dos débitos nos salários, hoje nas mãos de cada empresa, com o objetivo de dar mais segurança às instituições financeiras e, como consequência, ampliar o crédito consignado entre os trabalhadores da iniciativa privada. Cautela ao contratar Na ânsia para fisgar mais clientes, as instituições financeiras também facilitam a contratação do crédito, diz Veiga. “A operação pode ser realizada pelo internet banking ou aplicativo no celular”, conta Veiga. Por isso, é necessário cuidado redobrado com as regras previstas nos contratos do consignado. "As condições do financiamento em caso de demissão são importantes e devem ser observadas antes da contratação do crédito", diz o advogado. As características da operação costumam ser padronizadas para aposentados, mas algumas exigências e condições podem mudar entre as instituições financeiras. No caso de funcionários públicos, essas regras podem variar ainda mais de acordo com o município, estado e instituição federal. “Choro” pode render descontos O maior foco dos bancos no crédito consignado torna possível “chorar” descontos nos juros praticados na linha de crédito, diz Veiga. A regra vale para aposentados pelo INSS e funcionários públicos, que têm à disposição uma lista de instituições financeiras para escolher a que oferece condições mais vantajosas. Já trabalhadores do setor privado só podem contratar o crédito no banco com o qual sua empresa tem convênio para oferecer o benefício. De acordo com dados do Banco Central, a média de juros praticadas pelas instituições financeiras na modalidade é de 1,93%. Mas essas taxas variam de forma significativa entre as instituições financeiras, o que pode fazer uma grande diferença no custo do empréstimo. Entre os dias 15 e 21 de outubro, as taxas médias praticadas no crédito consignado por bancos e financeiras para funcionários públicos variavam de 1,55% a 6,06% por mês entre bancos e financeiras. No caso de aposentados pelo INSS, os juros oscilavam entre 1,63% a 2,03%. Fonte site: http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economiaenegocios/apesar-de-barato-cr%C3%A9dito-consignado-pode-dar-dor-de-cabe%C3%A7a/ar-BBd8baz. acesso em 06 novembro 2014.

domingo, 12 de outubro de 2014

Teve crédito negado? Confira o que está atrapalhando essa aquisição.

Apesar de o Brasil ser o 9º maior mercado do mundo em valores de transações feitas com cartões de crédito, segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviço), muitas pessoas ainda não conseguem a aprovação para ter um. Um estudo realizado pela MoneyGuru, site facilitador para aquisições de serviços financeiros, 80% dos pedidos realizados todos os meses via internet são negados. Mas, você sabe por quê? Para analisar o risco de inadimplência do solicitante de crédito, as instituições financeiras do País usam um método chamado Credit Scoring (pontuação de crédito, em português) da Serasa Experian. “A pontuação indicada pela ferramente equivale a todo histórico financeiro do cliente nos últimos 15 anos”, explica o consultor financeiro e CEO do MoneyGuru, Stanlei Bellan. “É uma estatística baseada em perfis semelhantes de risco e que representa a maior probabilidade do cliente tornar-se devedor. Quanto maior a pontuação, que vai de 0 a 1000, mais fácil será ter o crédito aprovado.” Entre os dados analisados pelo Credit Scoring estão cheques sem fundo, dívidas com instituições financeiras, ações de execução e hábitos de pagamentos. Segundo Bellan, para melhorar a análise pessoal no méodo, é preciso quitar as dívidas e regularizar os débitos vencidos e não pagos. Mas, mesmo assim, alguns motivos podem ainda atrapalhar sua aquisição de crédito. O MoneyGuru listou quatro deles, confira: 1. Você não possui renda suficiente O rendimento mensal do consumidor precisa ser compatível com o perfil de cada cartão. Segundo o consultor financeiro, os cartões com limites de crédito mais altos e maior pontuação em programas de milhagens são destinados a pessoas que gastam mais, ou seja, que têm renda suficiente para arcar com as despesas. 2. Sua vida foi investigada Quando o cliente preenche uma solicitação de aumento de crédito ou uma proposta para adquirir o primeiro cartão, a vida financeira começa a ser vasculhada. Os dados pessoais são procurados em cadastros de devedores como Serasa e o SPC. “Receber oferta de crédito por meio de cartas, e-mails ou em uma compra em sua loja preferida é diferente de ter o crédito aprovado. É preciso ficar atento”, aconselha Stanlei. 3. Seu passado o condena Quem tem o cartão rejeitado provavelmente deixou dívidas vencerem. Por isso, honrar pagamentos é fundamental para ter o crédito aprovado. “Nome sujo é sinônimo de cartão negado.” 4. Azar Se o potencial cliente tiver um perfil similar ao de alguém que não tem condições de pagar as dívidas, ele pode ter o cartão recusado. O valor do salário e o comportamento financeiro são alguns dos fatores que determinam a liberação de um cartão ou aumento de crédito. “Para não correr o risco de não conseguir um financiamento ou empréstimo, mantenha as contas em dias e procure instituições com que já tenha um bom relacionamento”, finaliza Stanlei.Fonte site http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/financaspessoais/teve-cr%C3%A9dito-negado-confira-o-que-est%C3%A1-atrapalhando-essa-aquisi%C3%A7%C3%A3o/ar-BB8a3t9. acesso em 12 de outubro de 2014.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Dinheiro traz felicidade? Depende de como você está gastando.

SÃO PAULO - Para alguns, a felicidade mora em uma casa grande com um carrão na garagem. Para outros, ser feliz pode ser ter corpo sarado e juventude prolongada, enquanto a realização profissional é, para alguns, a fórmula da felicidade. O que importa, na verdade, é quanto tempo dura essa felicidade. “A felicidade não é só o nível médio de satisfação que a pessoa obtém durante um longo período, mas também a ausência de sentimentos negativos, como tristeza e raiva”, define a psicóloga Susan Andrews, autora do livro “A ciência de ser feliz”, da Editora Ágora. Ou seja, de nada adianta ter dinheiro para comprar o que quiser se a empolgação logo passa, num ciclo em que temos necessidade de consumir para nos sentirmos alegres e aliviar sentimentos estressantes, para depois ficarmos insatisfeito novamente. O segredo é saber como e onde gastar o dinheiro para transformar o investimento em bem-estar duradouro. A conclusão 'e dos pesquisadores das universidades de Colorado e Cornell, nos EUA, no estudo intitulado “To Do or Have, that is the question” (Ter ou fazer, essa é a questão) foi que a melhor forma de fazer isso é apostar em experiências, como uma viagem inesquecível, e não necessariamente em um bem material. Os entrevistados para a pesquisa tinham que responder a seguinte pergunta: “Que gasto você realizou que lhe deixou mais feliz?”. Mais da metade dos participantes, 57%, lembrou de uma experiência enquanto apenas 34% dos entrevistados mencionaram compra de produtos. Na opinião de especialistas do portal Meu Bolso Feliz, uma iniciativa do SPC Brasil, a explicação da pesquisa revela que a felicidade está ligada a vínculos emocionais e não materiais. Experiências geram memórias que, quando boas, sempre proporcionam sensação de prazer ao serem lembradas. Embora dinheiro e tranquilidade financeira sejam importantes, são as vivências que realmente valem a pena. Fonte site http://dinheiro.br.msn.com/dinheiro-traz-felicidade-depende-de-como-voc%C3%AA-est%C3%A1-gastando-1. acesso em 18 de agosto de 2014

domingo, 22 de junho de 2014

Perspectivas sobre desempenho da construção civil seguem baixas.

. *O indicador de dificuldades financeiras permaneceu alto, em 56,1, indicando um crédito mais caro e mais difícil para as empresas da construção SÃO PAULO – Os empresários da indústria da construção estão pessimistas com o cenário do setor, de acordo com a 59ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil, realizada pelo SindusCon-SP (Sindicato da Construção) e pela FGV. O levantamento mostra que em maio, a percepção dos empresários com relação ao desempenho atual de suas construtoras recuou 9,2% ante a pesquisa anterior e 9,9% em 12 meses. Para o presidente da entidade, Sergio Watanabe, os resultados estão em linha com a desaceleração da atividade da construção, refletida pelo baixo crescimento do emprego no setor e fruto da contenção no nível de investimentos na economia. Indicadores A perspectiva de desempenho para os próximos meses, que se mantinha na linha da neutralidade, indicou queda de 10,8% em relação à pesquisa anterior e de 11,1% em 12 meses. Já a avaliação dos empresários com relação aos custos setoriais apresentou leve melhora de 0,3% na comparação com o trimestre anterior e alta de 6,4% em 12 meses. Sobre a condução da política econômica, as perspectivas apontaram queda de 17% ante a sondagem anterior e 47,9% na comparação interanual. Ao mesmo tempo, a perspectiva com relação ao crescimento econômico caiu 19,9% em relação ao trimestre anterior e recuou 40,1% em 12 meses, enquanto a perspectiva de inflação reduzida apresentou retração de 2,8% e 18,4%, respectivamente. O indicador de dificuldades financeiras permaneceu alto, em 56,1, indicando um crédito mais caro e mais difícil para as empresas da construção. Nesse caso, em particular, valores acima de 50 significam dificuldades maiores. Fonte site http://dinheiro.br.msn.com/perspectivas-sobre-desempenho-da-constru%C3%A7%C3%A3o-civil-seguem-baixas. Acesso em 22 de junho de 2014.