segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Perspectiva de crédito ao consumidor sobe 0,1% em agosto, diz Serasa
SÃO PAULO – O Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Crédito ao Consumidor se manteve praticamente estagnado em agosto de 2012, de acordo com números divulgados pela Serasa Experian nesta segunda-feira (1º). No mês, o indicador atingiu 97,6 pontos.
A ocorrência de variações positivas após uma longa sequência de quedas ininterruptas sinaliza que o crédito ao consumidor tenderá a evoluir com maior vigor a partir do início de 2013.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, o crescimento mais significativo das concessões de crédito ao consumidor depende de reduções consistentes do nível de inadimplência, que ainda se encontra em patamar elevado, apesar da existência de sinais que apontam para seu recuo no curto prazo: desaceleração do volume de negativações mensais dos compromissos não honrados e queda na taxa de créditos em atraso dentro do Sistema Financeiro Nacional.
Empresas - queda em agosto
O Indicador Serasa Experian de Perspectiva do Crédito às Empresas, por sua vez, teve variação negativa de 0,1% no oitavo mês deste ano, atingindo o valor de 100,8.
O indicador revela que a proximidade dele em relação ao nível 100 é um sinal de que o crédito às empresas deverá continuar evoluindo gradualmente ao longo dos próximos meses concomitante à expectativa de reativação do crescimento da economia.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o recente movimento de melhora no grau de confiança dos empresários e as medidas de estímulo à competitividade que estão sendo anunciadas pelo governo contribuirão, ao longo dos próximos meses, para o aumento da demanda por crédito por parte do setor produtivo nacional.Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/perspectiva-de-cr%c3%a9dito-ao-consumidor-sobe-01percent-em-agosto-diz-serasa-1?page=0. Acesso em 01 de outubro de 2012.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Volume de crédito para o consumidor cresce 613% em 10 anos.
SÃO PAULO - O volume de crédito para pessoas físicas cresceu 613,4% em dez anos, revela um levantamento feito pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).
De acordo com o estudo dos dez anos do crédito no País, o volume de crédito para os consumidores atingiu o volume de R$ 545.869 milhões em junho deste ano, contra R$ 76.519 milhões registrados em junho de 2002.
Segundo o levantamento, o volume total de crédito do sistema financeiro, cosiderando recursos livres e direcionaidos, cresceu 516,4% em 10 anos. Em junho de 2012 o volume total de crédito do sistema atingiu R$ 2.167.402 milhões contra R$ 351.647 milhões em junho de 2002.
A Anefac revela que o volume total representava em junho deste ano, 50,6% do PIB (Produto Interno Bruto). No mesmo mês de 2002, o volume representava 27,2% do PIB, um aumento de 23,4 pontos percentuais.
Inadimplência
Enquanto o volume de crédito para pessoa física cresceu, a inadimplência teve queda de 0,5% em 10 anos.
Segundo a Anefac, a inadimplência total dos consumidores na carteira de crédito chegou a 7,8% em junho deste ano, contra 8,3% em junho de 2002.
De acordo com o levantamento da Associação, a inadimplência geral - considerando débitos de mais de 90 dias -, atingiu 5,8% do total de empréstimos em junho deste ano. Em junho de 2002, a inadimplência representava 4,7% do total de empréstimos, revelando que houve uma elevação de 1,1 ponto percentual em dez anos.Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/volume-de-cr%C3%A9dito-para-o-consumidor-cresce-613percent-em-10-anos?page=0. Acesso em 13 de stembro de 2012.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Forbes destaca nova startup brasileira que pode superar LinkedIn
SÃO PAULO - Um nova rede profissional brasileira ganhou destaque na Forbes. Descrita como “startup da moda”, a Moovia é uma rede social que evidencia o talento, as realizações, a comunicação e o trabalho em equipe dos perfis profissionais.
Criada há oito meses, essa plataforma já tem mais de 8 mil membros de todo o mundo (inclusive do Brasil e dos EUA), 5 mil empresas e oportunidades de emprego e 4 mil ideiais relacionadas ao mercado de trabalho.
Em entrevista ao site, um dos co-fundadores da startup, Rodrigo Griesi, explicou que desde a criação da empresa, a equipe almejava uma plataforma livre aos usuários, onde todo mundo poderia publicar suas ideias relacionadas ao mercado de trabalho, comportamento profissional e conhecimento próprio da área.
"Por exemplo, os profissionais podem entregar as tarefas, planejá-las com outros usuários, comentar sobre as ideias, atividades da equipe e aplaudir suas realizações”, conta Griesi.
Sacada
Após a primeira versão lançada, a Moovia percebeu uma necessidade comum entre os usuários que destacaria entre as demais concorrentes, como a maior rede profissional, LinkedIn, e revolucionaria as redes profissionais: construir feedback constante e simultâneo por meio dos comentários dos colegas. A partir deles, a rede social descobriu uma maneira de medir a reputação profissional dos usuários, como uma pontuação pessoal.
“Isso é muito poderoso, porque ele dá valor as pessoas que realmente se desenvolvem profissionalmente. Valor profissional no novo milênio não é medido pelo passado das pessoas, mas por seus talentos presentes e reais - o quanto você influencia no mercado, os resultados e o olhar de outras pessoas perante ao seu desempenho, seu compromisso e caráter”, explica Griesi.
Assim, cada usuário recebe uma pontuação profissional, com base nos feedback, que poderá funcionar como uma grande fonte de motivação para se destacar em sua empresa.
Modelo de negócio
Hoje, a startup faz parte de um programa de uma incubadora de Florianópolis. Mas, segundo a publicação, os fundadores pretendem expandir a empresa e já estão planejando procurar potenciais investidores.
A Forbes também classificou a ideia como um modelo de negócio sustentável e escalável, que ainda poderá dar mais resultados e mudar os processos seletivos, gestão de profissionais e outros investimentos na área de Recursos Humanos do mundo corporativo.Fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/forbes-destaca-nova-startup-brasileira-que-pode-superar-linkedin-1?page=0. Acesso em 04 de setembro de 2012.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
As 10 habilidades em falta no mercado de trabalho
SÃO PAULO - No mercado de trabalho, existem alguns profissionais que conseguem sempre boas oportunidades de trabalho. Além de terem a qualificação necessária, eles se destaquem porque têm habilidades que são apreciadas pelas empresas. Segundo a consultoria especializada em recrutamento, atualmente, existem 10 habilidades que estão em falta no mercado. Veja abaixo:
Línguas: como todos sabem, o inglês é fundamental no mundo empresarial. Para os que não possuem, existem vários cursos disponíveis. Já para aqueles que têm fluência na língua, o ideal é aprender novos idiomas.
Comunicação:
é essencial para o trabalho em equipe e para um bom relacionamento dentro da empresa.
Gerenciamento de equipe e liderança:
muitos jovens têm ocupado posições de liderança, mas as empresas percebem que ainda falta treinamento e maturidade para eles.
Organização:
com a correria do dia a dia, as companhias buscam profissionais que sejam organizados e que busquem contribuir com os negócios da empresa
Habilidades específicas
Financeiro e orçamental:
faltam candidatos que tenham domínio das ares de finanças e orçamento.
TI:
as empresas buscam profissionais de TI que entendam de Java, Net e C++, além de outras habilidades específicas do ramo.
Conhecimento em sustentabilidade:
o profissional que possui esse conhecimento possui um grande diferencial, pois o setor que é relativamente novo vem ganhando espaço.
Negociações:
empresas buscam profissionais que consigam economizar e cortar custos através de negociações.
Pesquisa e desenvolvimento:
organizações têm buscado funcionários que desenvolvam a parte de pesquisa, principalmente as dos setores de tecnologia, bens de consumo, indústria e ciência. O setor de petróleo e gás, por exemplo, tem criado muitas oportunidades no Rio de Janeiro.
Assistência Médica:
com a melhora na qualidade de vida da população e o conseqüente aumento na expectativa de vida, profissionais da área médica já estão em falta.
Fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/veja-quais-s%C3%A3o-as-10-habilidades-em-falta-no-mercado-de-trabalho?page=0. Acesso em 06 de agosto de 2012.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Mão de obra estrangeira é a solução para falta de talentos no Brasil.
SÃO PAULO - Faltam profissionais qualificados no mercado de trabalho. A reclamação por parte das empresas tem fundamento, pois o problema afeta diretamente a capacidade de produção e de crescimento dos negócios. Se o cenário é claro para os empresários, para os profissionais nem sempre é assim.
O Diretor de Pesquisa da Brain Brasil Investimentos e Negócios, André Sacconato, explica que ao olhos dos leigos a escassez de talentos pode ser entendida como algo generalizado. “Quando se fala que está faltando talentos parece que está faltando pessoas em todas as áreas, todos os setores e todas as qualificações, mas não é isso”.
Para entender exatamente onde faltam talentos, a Brain desenvolveu uma comissão de trabalho que conta com a participação de empresas do setor privado e de universidades. A pesquisa está sendo desenvolvida, mas já é possível apontar quem faltam profissionais nos níveis mais altos, em níveis gerenciais e diretoria, por exemplo.
Isso pode ser explicado pela quantidade de profissionais formados no Nível Superior. De acordo com Sacconato, ao todo, o Brasil conta com um pouco mais de 10 milhões de formados, o que representa cerca de 5% da população brasileira. “Isso é muito baixo perto de outros países. No Chile, o indicador é de 20%”.
Dentre os que se formam existe uma parcela que não é absorvida pelo mercado de trabalho. Geralmente, são pessoas que buscam cursar uma faculdade somente “por fazer”, para mostrar na empresa em que trabalha que está em busca de uma ascensão na carreira, seria mais para conseguir um outro cargo, do que realmente aprender e trabalhar na área.
Qual é a saída?
Diante deste cenário, a Brain acredita que o caminho para solucionar o problema de falta de talentos seria importar profissionais estrangeiros, por meio de uma política direcionada de visto, como fazem países como Canadá e Cingapura. “Seria uma mão de obra de fora, mas direcionada. Ou seja, não é aceitar todos os tipos de profissionais, porque nenhum país faz isso, mas fazer uma escolha direcionada, para suprir os cargos que estão faltando pessoas”.
Esta análise, Sacconato explica que seria por meio de um processo de pontos. De acordo com a pontuação, a pessoa teria permissão para trabalhar no Brasil. A pontuação está relacionada a formação, a idade, ao conhecimento no idioma, entre outros. Quanto mais perto do que a empresa precisa, mais facilitado o processo do visto. “O Conselho Nacional de Migração se mostrou bastante aberto a esta proposta”.
Mas não são somente o Brasil que ganharia com a vinda dos profissionais estrangeiros. Eles também seriam beneficiados, já que o cenário externo não está nada favorável, afetando o mercado de trabalho, principalmente dos jovens. “O conhecimento do estrangeiro também será formado no Brasil. Devolveremos profissionais qualificados, quando os países voltarem a crescer. Todo mundo ganha”.Fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/m%C3%A3o-de-obra-estrangeira-%C3%A9-a-solu%C3%A7%C3%A3o-para-falta-de-talentos-no-brasil?page=0. Acesso em 16 de julho de 2012.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Consumidor: procura por crédito tem queda recorde no semestre.
SÃO PAULO - O número de consumidores que procuraram crédito no primeiro semestre desse ano caiu 7,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, marca recorde segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, divulgado nesta terça-feira (10).
Na comparação anual, a retração foi de 6,6%, já quando comparado maio com junho, a demanda do consumidor por crédito recuou 2,1%.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, os níveis mais elevados de inadimplência e de endividamento do consumidor reprimiram a demanda dos consumidores por crédito durante o primeiro semestre de 2011, apesar das reduções dos juros e demais medidas de estímulo ao consumo adotadas pelo governo.
Regiões.De acordo com a Serasa, na análise semestral houve queda nas cinco regiões brasileiras. A região Sudeste, em especial, apresentou a maior queda, de 8,6% frente ao mesmo período do ano anterior. Fonte site:http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2012/07/10/consumidor-procura-por-credito-sofre-queda-recorde-no-semestre.jhtm. Acesso em 10 de julho de 2012.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Pesquisa do Procon mostra que diferença de tarifas entre bancos pode chegar a 70%
SÃO PAULO - Pesquisa de valores de tarifas bancárias realizada pela Fundação Procon-SP revela que a diferença de valor entre os pacotes padronizados de tarifas pode chegar a 70%. Ainda, o estudo mostrou que a Caixa Econômica Federal tem o menor valor, de R$ 10,00, enquanto o maior valor é do Banco Safra, de R$ 17,00.
O objetivo da pesquisa foi verificar a evolução das tarifas bancárias. Para isso analisou e comparou as tabelas de serviços prioritários e de pacote padronizado de sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, CEF, HSBC, Itaú, Safra e Santander.
As tabelas foram coletadas nos próprios sites dos bancos. Na comparação entre os pacotes padronizados praticados no dia 16 de maio deste ano e nos da mesma data do ano passado, verificou-se que somente a Caixa Econômica Federal reduziu o valor do pacote, os demais bancos mantiveram o valor conforme demonstrado abaixo:
Vale destacar que os pacotes padronizados são aqueles compostos – conforme estipulado pelo Banco Central – pelos seguintes itens:
- Confecção de cadastro para início de relacionamento;- Saque (08 por mês);- Extrato mensal (04 por mês);- Extrato do período referente ao mês imediatamente anterior (02 por mês);- Transferência entre contas na própria instituição (04 por mês);
Além de pesquisar o valor do pacote padronizado, o Procon-SP fez um comparativo entre os serviços prioritários vigentes. Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/pesquisa-do-procon-mostra-que-diferen%C3%A7a-de-tarifas-entre-bancos-pode-chegar-a-70percent?page=0. Acesso em 28 de junho de 2012.
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