SÃO PAULO - A indústria do estado de São Paulo criou 10 mil postos de trabalho no primeiro mês do ano, na comparação com dezembro de 2012. Foi o que revelou a pesquisa da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), divulgada nesta terça-feira (19).
De acordo com o estudo, o setor de Máquinas e Equipamentos foi o que mais contratou no período, com cerca de dois mil novos empregados. “Os números são positivos, mas ainda não mostram com clareza que a esperada recuperação do parque produtivo brasileiro vai acontecer este ano”, afirmou o diretor do Depecon (Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos) da Fiesp, Paulo Francini.
Considerando apenas no mês de janeiro, a geração de 10 mil empregos resultou em uma variação de 0,38%. Apesar de ser positiva, a indústria demitiu 46 mil funcionários nos últimos 12 meses, o que equivale a uma queda de 1,75% em relação a janeiro do ano anterior.
Setores e regiões
Do total de contratações ocorridas em janeiro, a indústria foi responsável pela criação de 11.835 vagas. Dos 22 setores analisados, 14 apresentaram efeitos positivos, três fecharam o mês em queda e cinco ficaram estáveis.
O emprego no setor de Couros e Fabricação de Artigos de Couro, Viagem e Calçados registrou o crescimento mais expressivo com 3,2% em janeiro versus dezembro, seguido pelo bom desempenho da indústria de Produtos Têxteis, com 1,2%.
A pesquisa também mostra que das 36 regiões analisadas, 23 apresentaram quadro positivo de contratações, oito ficaram negativas e cinco regiões paulistas encerraram o mês estáveis. Sertãozinho foi a cidade que apresentou a maior alta com taxa de 2,76% em janeiro, impulsionada por Produtos Alimentícios (2,53%) e Máquinas e Equipamentos (7,08%).Fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/story.aspx?page=0&cp-documentid=256353689. Acesso em 20 fev de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Indústria paulista criou 10 mil empregos em janeiro
SÃO PAULO - A indústria do estado de São Paulo criou 10 mil postos de trabalho no primeiro mês do ano, na comparação com dezembro de 2012. Foi o que revelou a pesquisa da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), divulgada nesta terça-feira (19).
De acordo com o estudo, o setor de Máquinas e Equipamentos foi o que mais contratou no período, com cerca de dois mil novos empregados. “Os números são positivos, mas ainda não mostram com clareza que a esperada recuperação do parque produtivo brasileiro vai acontecer este ano”, afirmou o diretor do Depecon (Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos) da Fiesp, Paulo Francini.
Considerando apenas no mês de janeiro, a geração de 10 mil empregos resultou em uma variação de 0,38%. Apesar de ser positiva, a indústria demitiu 46 mil funcionários nos últimos 12 meses, o que equivale a uma queda de 1,75% em relação a janeiro do ano anterior.
Setores e regiões
Do total de contratações ocorridas em janeiro, a indústria foi responsável pela criação de 11.835 vagas. Dos 22 setores analisados, 14 apresentaram efeitos positivos, três fecharam o mês em queda e cinco ficaram estáveis.
O emprego no setor de Couros e Fabricação de Artigos de Couro, Viagem e Calçados registrou o crescimento mais expressivo com 3,2% em janeiro versus dezembro, seguido pelo bom desempenho da indústria de Produtos Têxteis, com 1,2%.
A pesquisa também mostra que das 36 regiões analisadas, 23 apresentaram quadro positivo de contratações, oito ficaram negativas e cinco regiões paulistas encerraram o mês estáveis. Sertãozinho foi a cidade que apresentou a maior alta com taxa de 2,76% em janeiro, impulsionada por Produtos Alimentícios (2,53%) e Máquinas e Equipamentos (7,08%).Fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/story.aspx?page=0&cp-documentid=256353689. Acesso em 20 fev de 2013
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Mesmo com alta no crédito, inadimplência deve recuar em 2013
SÃO PAULO – Ainda que a oferta de crédito continue crescendo em 2013, a inadimplência do consumidor deve recuar no próximo ano. A previsão é da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).
De acordo com o economista e superintendente da Associação, Marcel Solimeo, o menor ingresso de novos consumidores, pelo fato da entrada expressiva em anos anteriores, aliado ao maior rigor na concessão de crédito e manutenção do nível de emprego são os fatores que explicam a redução da inadimplência no próximo ano.
Além disso, as campanhas de renegociação de débitos que ocorreram nos últimos meses deste ano, também contribuíram para a tendência de queda na inadimplência do consumidor.
“A expectativa para 2013 é que haja um maior crescimento das vendas no varejo considerando três fatores: o expressivo crescimento do emprego e da massa salarial, a continuidade da baixa dos juros (Selic) ao menor patamar da história e a queda da inadimplência resultante das fortes campanhas de renegociação de dívidas que aconteceram nos últimos meses de 2012”, ressalta o presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo), Rogério Amato.
Crédito
Já o crédito, observa a ACSP, deve continuar crescendo no ano seguinte, contudo com menor intensidade. O aumento, diz a Associação, deve ser impulsionado pelas linhas com garantia, como o financiamento imobiliário, de veículo e o crédito consignado.
“Não há nada que ameace o bom desempenho no ano que vem (…) Há espaço para o crescimento sustentável do crédito, especialmente o imobiliário, que é relativamente baixo, em relação a outros países”, diz Solimeo.
2012
Ainda conforme a ACSP, em 2012, o registro de inadimplentes apresentou alta de 7,4% no acumulado do ano. Por outro lado, os registros cancelados e as renegociações de crédito, devem apresentar alta maior, de 12,6% na mesma base, o que seria mais um sinal de queda na inadimplência nos próximos meses.
Considerando o movimento do comércio como um todo, espera-se uma reação de compras até o Natal com o uso da segunda parcela do 13º salário, considerando que as intenções de compra subiram de 18% em 2011 para 22,7% este ano.Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/story.aspx?page=0&cp-documentid=255218391. Acesso em 18 de dezembro de 2012.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Carga tributária brasileira só perde para a Argentina na América Latina
SÃO PAULO – O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias de toda a América Latina, ficando atrás apenas da Argentina. O percentual do PIB (Produto Interno Bruto) que é corroído pelos tributos chegou a 32,4%, contra 33,5% no país vizinho, que ultrapassou o Brasil somente nesta última avaliação. Os dados, referentes ao ano de 2010, são do relatório Estatísticas Tributárias na América Latina, organizado pela Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), pelo Ciat (Centro Interamericano de Administrações Tributárias e pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).
Nos 15 países latinos pesquisados, a média do PIB destinada à carga tributária ficou em 19,4%, já a das nações pertencentes à OCDE foi de 33,8%.
ICMS
O relatório diz que o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é relativamente alto no Brasil em relação aos países da OCDE, afirmando que a participação dos impostos indiretos tiveram um ligeiro aumento nas receitas do Governo brasileiro, principalmente nos tributos relacionados ao consumo e ao comércio internacional. O levantamento também considera o sistema tributário do Brasil como “complexo” na esfera estadual de impostos indiretos, como o próprio ICMS.Fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/tributos/story.aspx?cp-documentid=254719976. Acesso em 16 de novembro de 2012.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Mínimo deveria ser de R$ 2.617,33 para brasileiro arcar com despesas.
SÃO PAULO - O brasileiro precisaria de um salário mínimo no valor de R$ 2.617,33 em outubro para conseguir arcar com suas despesas básicas, de acordo com dados divulgados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) nesta segunda-feira (5).
A entidade verificou que são necessários 4,21 vezes o valor do salário mínimo vigente na data para suprir as demandas do trabalhador. O cálculo foi feito com base no mínimo de R$ 622, em vigor desde o início do ano.
Em setembro, o valor necessário para suprir as necessidades mínimas do trabalhador era de R$ 2.616,41.
O salário mínimo necessário é o que segue o preceito constitucional de atender às necessidades vitais do cidadão e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, sendo reajustado periodicamente para preservar o poder de compra.
Cesta versus salário
O comprometimento com os gastos da cesta básica alcançava, em média, 46,95% do salário mínimo em outubro, após a dedução da parcela referente à Previdência Social, ante os 47,04% necessários em setembro. No mesmo período de 2011, o percentual comprometido era de 46,48%.Fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/story.aspx?page=0&cp-documentid=254575970. Acesso em 06 de novembro de 2012.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Perspectiva de crédito ao consumidor sobe 0,1% em agosto, diz Serasa
SÃO PAULO – O Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Crédito ao Consumidor se manteve praticamente estagnado em agosto de 2012, de acordo com números divulgados pela Serasa Experian nesta segunda-feira (1º). No mês, o indicador atingiu 97,6 pontos.
A ocorrência de variações positivas após uma longa sequência de quedas ininterruptas sinaliza que o crédito ao consumidor tenderá a evoluir com maior vigor a partir do início de 2013.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, o crescimento mais significativo das concessões de crédito ao consumidor depende de reduções consistentes do nível de inadimplência, que ainda se encontra em patamar elevado, apesar da existência de sinais que apontam para seu recuo no curto prazo: desaceleração do volume de negativações mensais dos compromissos não honrados e queda na taxa de créditos em atraso dentro do Sistema Financeiro Nacional.
Empresas - queda em agosto
O Indicador Serasa Experian de Perspectiva do Crédito às Empresas, por sua vez, teve variação negativa de 0,1% no oitavo mês deste ano, atingindo o valor de 100,8.
O indicador revela que a proximidade dele em relação ao nível 100 é um sinal de que o crédito às empresas deverá continuar evoluindo gradualmente ao longo dos próximos meses concomitante à expectativa de reativação do crescimento da economia.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o recente movimento de melhora no grau de confiança dos empresários e as medidas de estímulo à competitividade que estão sendo anunciadas pelo governo contribuirão, ao longo dos próximos meses, para o aumento da demanda por crédito por parte do setor produtivo nacional.Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/perspectiva-de-cr%c3%a9dito-ao-consumidor-sobe-01percent-em-agosto-diz-serasa-1?page=0. Acesso em 01 de outubro de 2012.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Volume de crédito para o consumidor cresce 613% em 10 anos.
SÃO PAULO - O volume de crédito para pessoas físicas cresceu 613,4% em dez anos, revela um levantamento feito pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).
De acordo com o estudo dos dez anos do crédito no País, o volume de crédito para os consumidores atingiu o volume de R$ 545.869 milhões em junho deste ano, contra R$ 76.519 milhões registrados em junho de 2002.
Segundo o levantamento, o volume total de crédito do sistema financeiro, cosiderando recursos livres e direcionaidos, cresceu 516,4% em 10 anos. Em junho de 2012 o volume total de crédito do sistema atingiu R$ 2.167.402 milhões contra R$ 351.647 milhões em junho de 2002.
A Anefac revela que o volume total representava em junho deste ano, 50,6% do PIB (Produto Interno Bruto). No mesmo mês de 2002, o volume representava 27,2% do PIB, um aumento de 23,4 pontos percentuais.
Inadimplência
Enquanto o volume de crédito para pessoa física cresceu, a inadimplência teve queda de 0,5% em 10 anos.
Segundo a Anefac, a inadimplência total dos consumidores na carteira de crédito chegou a 7,8% em junho deste ano, contra 8,3% em junho de 2002.
De acordo com o levantamento da Associação, a inadimplência geral - considerando débitos de mais de 90 dias -, atingiu 5,8% do total de empréstimos em junho deste ano. Em junho de 2002, a inadimplência representava 4,7% do total de empréstimos, revelando que houve uma elevação de 1,1 ponto percentual em dez anos.Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/volume-de-cr%C3%A9dito-para-o-consumidor-cresce-613percent-em-10-anos?page=0. Acesso em 13 de stembro de 2012.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Forbes destaca nova startup brasileira que pode superar LinkedIn
SÃO PAULO - Um nova rede profissional brasileira ganhou destaque na Forbes. Descrita como “startup da moda”, a Moovia é uma rede social que evidencia o talento, as realizações, a comunicação e o trabalho em equipe dos perfis profissionais.
Criada há oito meses, essa plataforma já tem mais de 8 mil membros de todo o mundo (inclusive do Brasil e dos EUA), 5 mil empresas e oportunidades de emprego e 4 mil ideiais relacionadas ao mercado de trabalho.
Em entrevista ao site, um dos co-fundadores da startup, Rodrigo Griesi, explicou que desde a criação da empresa, a equipe almejava uma plataforma livre aos usuários, onde todo mundo poderia publicar suas ideias relacionadas ao mercado de trabalho, comportamento profissional e conhecimento próprio da área.
"Por exemplo, os profissionais podem entregar as tarefas, planejá-las com outros usuários, comentar sobre as ideias, atividades da equipe e aplaudir suas realizações”, conta Griesi.
Sacada
Após a primeira versão lançada, a Moovia percebeu uma necessidade comum entre os usuários que destacaria entre as demais concorrentes, como a maior rede profissional, LinkedIn, e revolucionaria as redes profissionais: construir feedback constante e simultâneo por meio dos comentários dos colegas. A partir deles, a rede social descobriu uma maneira de medir a reputação profissional dos usuários, como uma pontuação pessoal.
“Isso é muito poderoso, porque ele dá valor as pessoas que realmente se desenvolvem profissionalmente. Valor profissional no novo milênio não é medido pelo passado das pessoas, mas por seus talentos presentes e reais - o quanto você influencia no mercado, os resultados e o olhar de outras pessoas perante ao seu desempenho, seu compromisso e caráter”, explica Griesi.
Assim, cada usuário recebe uma pontuação profissional, com base nos feedback, que poderá funcionar como uma grande fonte de motivação para se destacar em sua empresa.
Modelo de negócio
Hoje, a startup faz parte de um programa de uma incubadora de Florianópolis. Mas, segundo a publicação, os fundadores pretendem expandir a empresa e já estão planejando procurar potenciais investidores.
A Forbes também classificou a ideia como um modelo de negócio sustentável e escalável, que ainda poderá dar mais resultados e mudar os processos seletivos, gestão de profissionais e outros investimentos na área de Recursos Humanos do mundo corporativo.Fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/forbes-destaca-nova-startup-brasileira-que-pode-superar-linkedin-1?page=0. Acesso em 04 de setembro de 2012.
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