domingo, 12 de outubro de 2014

Teve crédito negado? Confira o que está atrapalhando essa aquisição.

Apesar de o Brasil ser o 9º maior mercado do mundo em valores de transações feitas com cartões de crédito, segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviço), muitas pessoas ainda não conseguem a aprovação para ter um. Um estudo realizado pela MoneyGuru, site facilitador para aquisições de serviços financeiros, 80% dos pedidos realizados todos os meses via internet são negados. Mas, você sabe por quê? Para analisar o risco de inadimplência do solicitante de crédito, as instituições financeiras do País usam um método chamado Credit Scoring (pontuação de crédito, em português) da Serasa Experian. “A pontuação indicada pela ferramente equivale a todo histórico financeiro do cliente nos últimos 15 anos”, explica o consultor financeiro e CEO do MoneyGuru, Stanlei Bellan. “É uma estatística baseada em perfis semelhantes de risco e que representa a maior probabilidade do cliente tornar-se devedor. Quanto maior a pontuação, que vai de 0 a 1000, mais fácil será ter o crédito aprovado.” Entre os dados analisados pelo Credit Scoring estão cheques sem fundo, dívidas com instituições financeiras, ações de execução e hábitos de pagamentos. Segundo Bellan, para melhorar a análise pessoal no méodo, é preciso quitar as dívidas e regularizar os débitos vencidos e não pagos. Mas, mesmo assim, alguns motivos podem ainda atrapalhar sua aquisição de crédito. O MoneyGuru listou quatro deles, confira: 1. Você não possui renda suficiente O rendimento mensal do consumidor precisa ser compatível com o perfil de cada cartão. Segundo o consultor financeiro, os cartões com limites de crédito mais altos e maior pontuação em programas de milhagens são destinados a pessoas que gastam mais, ou seja, que têm renda suficiente para arcar com as despesas. 2. Sua vida foi investigada Quando o cliente preenche uma solicitação de aumento de crédito ou uma proposta para adquirir o primeiro cartão, a vida financeira começa a ser vasculhada. Os dados pessoais são procurados em cadastros de devedores como Serasa e o SPC. “Receber oferta de crédito por meio de cartas, e-mails ou em uma compra em sua loja preferida é diferente de ter o crédito aprovado. É preciso ficar atento”, aconselha Stanlei. 3. Seu passado o condena Quem tem o cartão rejeitado provavelmente deixou dívidas vencerem. Por isso, honrar pagamentos é fundamental para ter o crédito aprovado. “Nome sujo é sinônimo de cartão negado.” 4. Azar Se o potencial cliente tiver um perfil similar ao de alguém que não tem condições de pagar as dívidas, ele pode ter o cartão recusado. O valor do salário e o comportamento financeiro são alguns dos fatores que determinam a liberação de um cartão ou aumento de crédito. “Para não correr o risco de não conseguir um financiamento ou empréstimo, mantenha as contas em dias e procure instituições com que já tenha um bom relacionamento”, finaliza Stanlei.Fonte site http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/financaspessoais/teve-cr%C3%A9dito-negado-confira-o-que-est%C3%A1-atrapalhando-essa-aquisi%C3%A7%C3%A3o/ar-BB8a3t9. acesso em 12 de outubro de 2014.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Dinheiro traz felicidade? Depende de como você está gastando.

SÃO PAULO - Para alguns, a felicidade mora em uma casa grande com um carrão na garagem. Para outros, ser feliz pode ser ter corpo sarado e juventude prolongada, enquanto a realização profissional é, para alguns, a fórmula da felicidade. O que importa, na verdade, é quanto tempo dura essa felicidade. “A felicidade não é só o nível médio de satisfação que a pessoa obtém durante um longo período, mas também a ausência de sentimentos negativos, como tristeza e raiva”, define a psicóloga Susan Andrews, autora do livro “A ciência de ser feliz”, da Editora Ágora. Ou seja, de nada adianta ter dinheiro para comprar o que quiser se a empolgação logo passa, num ciclo em que temos necessidade de consumir para nos sentirmos alegres e aliviar sentimentos estressantes, para depois ficarmos insatisfeito novamente. O segredo é saber como e onde gastar o dinheiro para transformar o investimento em bem-estar duradouro. A conclusão 'e dos pesquisadores das universidades de Colorado e Cornell, nos EUA, no estudo intitulado “To Do or Have, that is the question” (Ter ou fazer, essa é a questão) foi que a melhor forma de fazer isso é apostar em experiências, como uma viagem inesquecível, e não necessariamente em um bem material. Os entrevistados para a pesquisa tinham que responder a seguinte pergunta: “Que gasto você realizou que lhe deixou mais feliz?”. Mais da metade dos participantes, 57%, lembrou de uma experiência enquanto apenas 34% dos entrevistados mencionaram compra de produtos. Na opinião de especialistas do portal Meu Bolso Feliz, uma iniciativa do SPC Brasil, a explicação da pesquisa revela que a felicidade está ligada a vínculos emocionais e não materiais. Experiências geram memórias que, quando boas, sempre proporcionam sensação de prazer ao serem lembradas. Embora dinheiro e tranquilidade financeira sejam importantes, são as vivências que realmente valem a pena. Fonte site http://dinheiro.br.msn.com/dinheiro-traz-felicidade-depende-de-como-voc%C3%AA-est%C3%A1-gastando-1. acesso em 18 de agosto de 2014

domingo, 22 de junho de 2014

Perspectivas sobre desempenho da construção civil seguem baixas.

. *O indicador de dificuldades financeiras permaneceu alto, em 56,1, indicando um crédito mais caro e mais difícil para as empresas da construção SÃO PAULO – Os empresários da indústria da construção estão pessimistas com o cenário do setor, de acordo com a 59ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil, realizada pelo SindusCon-SP (Sindicato da Construção) e pela FGV. O levantamento mostra que em maio, a percepção dos empresários com relação ao desempenho atual de suas construtoras recuou 9,2% ante a pesquisa anterior e 9,9% em 12 meses. Para o presidente da entidade, Sergio Watanabe, os resultados estão em linha com a desaceleração da atividade da construção, refletida pelo baixo crescimento do emprego no setor e fruto da contenção no nível de investimentos na economia. Indicadores A perspectiva de desempenho para os próximos meses, que se mantinha na linha da neutralidade, indicou queda de 10,8% em relação à pesquisa anterior e de 11,1% em 12 meses. Já a avaliação dos empresários com relação aos custos setoriais apresentou leve melhora de 0,3% na comparação com o trimestre anterior e alta de 6,4% em 12 meses. Sobre a condução da política econômica, as perspectivas apontaram queda de 17% ante a sondagem anterior e 47,9% na comparação interanual. Ao mesmo tempo, a perspectiva com relação ao crescimento econômico caiu 19,9% em relação ao trimestre anterior e recuou 40,1% em 12 meses, enquanto a perspectiva de inflação reduzida apresentou retração de 2,8% e 18,4%, respectivamente. O indicador de dificuldades financeiras permaneceu alto, em 56,1, indicando um crédito mais caro e mais difícil para as empresas da construção. Nesse caso, em particular, valores acima de 50 significam dificuldades maiores. Fonte site http://dinheiro.br.msn.com/perspectivas-sobre-desempenho-da-constru%C3%A7%C3%A3o-civil-seguem-baixas. Acesso em 22 de junho de 2014.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Planejar sua aposentadoria em 7 passos.

SÃO PAULO - Por mais que as pessoas estejam vivendo mais, isso ainda não se refletiu no mercado de trabalho, de forma que, com exceção de quem tem um negócio próprio, a aposentadoria muitas vezes é obrigatória e não acontece após os 60 anos. Diante dessa realidade, planejar a aposentadoria é algo cada vez mais importante e, ao contrário, do que a maioria das pessoas imagina, não precisa ser uma tarefa árdua. Para ajudá-lo, selecionamos abaixo algumas dicas do que levar em consideração na hora de elaborar o seu planejamento. O que você quer A primeira etapa de qualquer planejamento financeiro é definir onde você quer chegar, em outras palavras, o seu objetivo. No caso da sua aposentadoria, não poderia ser diferente: sem um objetivo em mente, você não tem como traçar um plano de execução. Portanto, comece refletindo sobre questões bastante básicas como, por exemplo, quando você pretende se aposentar. Essa é uma variável importante para o planejamento da sua aposentadoria, que não pode ser esquecida. Um erro comum entre as pessoas é decidir parar por impulso, em geral, porque se sentem desmotivadas no emprego ou fisicamente cansadas. Você pode não acreditar, mas alguns anos podem fazer muita diferença em termos de planejamento. Com que receitas você poderá contar? Nos dias de hoje contar com a Previdência Social para se sustentar na aposentadoria é uma estratégia extremamente arriscada. O teto da aposentadoria pública é baixo para trabalhadores da iniciativa privada. Com os diversos redutores existentes, especialistas afirmam que uma minoria dos brasileiros terá direito a um benefício de R$ 2,5 mil ou mais. Em geral, recomenda-se assumir que a Previdência irá responder por, no máximo, 20% da sua renda na aposentadoria. Com que outras fontes de renda você poderá contar? Por acaso você contribui para um plano de previdência corporativo ou para um plano individual, de forma que poderá contar com esse dinheiro ao se aposentar? Afora os investimentos em previdência complementar, você consegue identificar outras fontes de renda financeira? Some tudo e procure estimar com o quanto poderá contar ao se aposentar. A diferença terá que ser equilibrada com renda de trabalho. Ou seja, você terá que se manter na ativa ou se acostumar com a ideia de ter uma redução em seu padrão de vida. Estime o quanto precisará juntar Sonhar com uma aposentadoria tranquila é uma coisa, estimar o quanto ela irá lhe custar é outra bem distinta. Comece estimando o padrão de gastos que terá ao se aposentar. Ainda que algumas despesas devam cair, como os gastos com filhos, outras devem subir, como os gastos com saúde. Na maioria dos casos, os gastos após a aposentadoria tendem a cair em até 20%. Na hora de fazer as contas do quanto precisará juntar, seja conservador. Você provavelmente irá viver mais do que imagina. Portanto, projete sua necessidade de renda assumindo que irá viver ao menos até os 90 anos. Quanto poupar para atingir esse patrimônio? Uma vez definida a sua meta de patrimônio ao se aposentar, é hora de calcular como irá alcançar essa meta. Com base na sua data de aposentadoria, estime quanto tempo ainda tem para acumular esse patrimônio. Traduza isso em termos de uma poupança mensal. Para tanto, é preciso fazer uma previsão de retorno para o dinheiro investido. Seja conservador, e assuma um retorno anual de no máximo 5% acima da inflação. Para ajudá-lo nessa conta, utilize a nossa calculadora e objetivo. Comece o quanto antes e seja regular O ideal é que você comece o quanto antes a investir. Mas, se ainda não começou, lembre-se de outro ditado: antes tarde do que nunca! Para quem tem dificuldade em estabelecer uma estratégia de poupança, o ideal é estabelecer alguma forma de investimento automático. Uma boa opção são os planos de previdência, sobretudo, os corporativos, pois trabalham com o conceito de contribuições mensais. Além disso, sob as novas regras de tributação, o investidor se beneficia de alíquotas decrescentes quanto maior o prazo de investimento. Coloque seu plano em ação Com todas essas informações em mãos, é hora de agir. Se você constatou que não consegue poupar o necessário para juntar o patrimônio desejado antes de se aposentar, reveja seus planos. Provavelmente você terá que se aposentar mais tarde. E como poupar nada mais é do que decidir adiar uma decisão de consumo, você terá que refletir se vale a pena manter o seu estilo de vida hoje, em detrimento do seu padrão na aposentadoria. Ou se, alternativamente, não seria melhor cortar gastos hoje de forma a poder se aposentar na data planejada. Reveja periodicamente sua estratégia De tempos em tempos, avalie o seu planejamento. Você está alcançando as suas metas ou não? Será que é preciso revê-lo? Seu salário aumentou, não vale a pena aproveitar o momento e poupar mais do que o planejado? Lembre-se: ainda que o seu objetivo seja o mesmo, isso não se aplica a suas metas de poupança, que devem ser ajustadas para refletir o seu ciclo financeiro. O ideal é que você poupe mais quando pode, para fazer frente aos momentos de maior dificuldade financeira. fonte site:http://dinheiro.br.msn.com/guias/dicas-para-planejar-sua-aposentadoria-em-7-passos. Acesso em de abril de 2014

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Demanda de consumidor por crédito recua em janeiro: Número revela a intensificação da tendência de queda na variação acumulada em 12 meses

. SÃO PAULO - A demanda do consumidor por crédito recuou de 0,8% em janeiro, se comparado ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados já descontados os efeitos sazonais, revelados Boa Vista Serviços, administradora do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Para a Boa Vista, o número revela a intensificação da tendência de queda na variação acumulada em 12 meses, período que houve queda de 0,5% na demanda do consumidor. Já em relação ao mês imediatamente anterior, houve aumento de 1,2% no primeiro mês de 2014. O recuo na variação anual foi provocado pelo setor financeiro, que caiu 1,0% enquanto o setor não financeiro teve queda de 0,4%. Já comparação mensal da série dessazonalizada o setor financeiro registrou alta de 2,8% e o não financeiro de apenas 0,2%. Na avaliação interanual, enquanto o setor financeiro obteve queda de 4,2%, o não financeiro subiu 1,4%. fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/demanda-de-consumidor-por-cr%C3%A9dito-recua-em-janeiro-diz-boa-vista. acesso em 28 de fevereiro de 2014.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Falta de disciplina: prazos e horários afeta finanças pessoais

SÃO PAULO - Uma pesquisa encomendada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) revelou que a falta de disciplina com as finanças pessoais está relacionada com o descomprometimento com atividades cotidianas. Segundo o estudo, de maneira geral, os entrevistados indisciplinados financeiramente também têm hábitos como o de estudar na véspera de provas, chegar atrasado em compromissos ou ser relapso com atividades no trabalho. Com base nas respostas dos entrevistados, os pesquisadores estabeleceram três perfis comportamentais dos brasileiros. No primeiro grupo, das pessoas organizadas, foi constatado que elas estudavam diariamente, planejam todas as tarefas diárias e são regradas também em suas finanças. Este grupo representou 24% do total dos entrevistados. Já 62% pessoas ficaram entre aqueles que tentam ser organizar. Este grupo estuda ocasionalmente, procura se planejar e às vezes se atrasa em compromissos. Os 14% restantes foram as pessoas desorganizadas, que não conseguem se planejar ou estabelecer metas. Sobre as finanças pessoais, a pesquisa mostrou que, entre as pessoas do último grupo, o percentual dos que já entraram ao menos uma vez no cheque especial é mais que o dobro do percentual do grupo de pessoas organizadas. “As causas do descontrole financeiro não estão relacionadas à classe social ou ao grau de escolaridade do consumidor, mas ao comportamento de cada um. Vimos que pessoas organizadas e planejadoras têm uma gestão financeira mais saudável e totalmente coerente com o restante das práticas do dia-a-dia”, comentou a economista-chefe do SPC Brasil, Luiza Rodrigues. Fim do mês Também foram detectadas diferenças comportamentais nos três perfis quanto à gestão das despesas de casa. Quando perguntados se conseguem chegar ao final do mês com todas as contas pagas, os organizados não têm dúvidas: 64% respondem que sim e que “ainda sobra um pouco de dinheiro”. Por outro lado, a parcela que responde sim a esta pergunta entre os que tentam ser organizados cai para 45% e chega em 39% entre os entrevistados desorganizados. Fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/suascontas/falta-de-disciplina-com-prazos-e-hor%C3%A1rios-afeta-finan%C3%A7as-pessoais. Acesso em 17 de fevereiro de 2014.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Receita Federal cria duas novas delegacias em São Paulo.

SÃO PAULO - A partir de segunda-feira (3), a Receita Federal abrirá mais duas delegacias na cidade de São Paulo, a delegacia especial para pessoa física (Derpf), e uma para Fiscalização de Comércio Exterior (Delex). A delegacia para pessoas físicas será volta às ações de arrecadação e fiscalização desses contribuintes. A expectativa da Receita é que o desenvolvimento de atividades exclusivas para esse universo de contribuintes traga benefícios para o cidadão. Os Centros de Atendimento ao Contribuinte – CAC em São Paulo permanecem com o atendimento que já realizam atualmente. Desta maneira, eles continuam a prestar assistência e serviços para pessoas físicas e jurídicas, independentemente da delegacia a qual estão vinculados. A Receita destaca ainda que não haverá interrupção no atendimento mesmo na fase de implantação. Porém, é possível que, em razão das migrações de sistemas e bancos de dados, os atendimentos fiquem mais lentos no início de fevereiro. Nesse caso, a recomendação é que sempre que possível, o contribuinte utilize o autoatendimento no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Comércio exterior Já a Delex será voltada para atendimento das pessoas jurídicas que atuam no comércio exterior e das que exercem atividades industriais, como o desenvolvimento das ações de controle aduaneiro e fiscalização. A delegacia integrará as fiscalizações aduaneira e de tributos internos da indústria e permitirá que a Receita tenha uma visão integrada do processo produtivo, desde a importação de insumos até a manufatura e entrega a consumo ou exportação dos produtos. fonte site: http://dinheiro.br.msn.com/comportamento/receita-federal-cria-duas-novas-delegacias-em-s%C3%A3o-paulo?page=0. acesso em 02 de fevereiro de 2014